O setor calçadista de Franca comemora a renovação do benefício fiscal referente ao ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Com a decisão do governo do Estado de São Paulo, a alíquota foi mantida em 3,5%, evitando sua elevação para 18%.
O decreto de renovação foi assinado pelo vice-governador Felício Ramuth (PSD) enquanto o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) estava em viagem. A validade do novo decreto se estende até 31 de dezembro de 2026, e o decreto anterior expirou em 31 de dezembro de 2024.
O Sindifranca (Sindicato da Indústria de Calçados de Franca) acompanhou todo o processo, mobilizando empresários, representantes do setor e lideranças políticas para demonstrar a importância da manutenção da alíquota reduzida. "Foi um trabalho exaustivo de negociação e apresentação de dados que comprovaram o impacto que a elevação da alíquota teria, não apenas para o setor calçadista, mas para a economia regional como um todo", afirmou José Carlos Brigagão, presidente do Sindifranca.
Brigagão destacou que a renovação do benefício tributário dá maior fôlego ao setor, permitindo investimentos em inovação, geração de empregos e expansão no mercado nacional e internacional. "Essa conquista é uma prova de que a união e o diálogo são ferramentas poderosas para superar desafios. Seguiremos vigilantes e comprometidos com a defesa dos interesses do setor calçadista", afirmou.
De acordo com representantes do setor, um aumento na carga tributária teria como consequências imediatas o aumento nos custos de produção, a perda de competitividade e possíveis encerramentos de atividades, afetando milhares de trabalhadores e suas famílias.
O presidente do Sindifranca também destacou o apoio político que o setor calçadista de São Paulo recebeu da deputada Delegada Graciela. “A força da deputada foi fundamental para essa conquista. Isso, demonstra a importância de termos uma deputada como a Graciela. Não foi a primeira vez. Ao longo do tempo, ela sempre ajudou nos ajudou. Nossos profundos agradecimentos. A luta da deputada, praticamente, salvou o setor calçadista do Estado de São Paulo”, finalizou Brigagão.
Além do setor calçadista, outros segmentos também foram contemplados com benefícios fiscais nos decretos publicados no último dia 3. Entre eles estão os setores de energia elétrica, micro e minigeradores de energia, serviços de transporte para exportações e transporte de algodão e borracha natural, que seguirão com isenção do imposto. Operações com gás natural e GLP terão o ICMS limitado a 15%, e alguns produtos industrializados utilizados em hospitais e clínicas continuarão com alíquota limitada a 7%.
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Comentários
6 Comentários
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Darsio 12/01/2025E, mesmo com o ICMS muito baixo, não são poucos os empresários que sonegam. Há aqueles que criam trocentos CNPJ para então não pagar dívidas tributárias e fornecedores. O discurso do Brigagão, presidente do sindicato desde a era de D. Pedro II, de que há uma preocupação com os empregos dos trabalhadores, é na verdade um poço de cinismo, pois se as indústrias pudessem substituir todos os seus funcionários por máquinas para aumentar o lucro, assim fariam. Brigagão! Menos demagogia, vai!!!! -
valdo borges, francano franco 11/01/2025A redução do ICMS sobre os calçados é do tempo do ex-governador Geraldo Alkmin e mantida ao longo dos anos. Os outros apenas mantiveram a redução. Ninguém se atreveu a retirá-la, graças à pujança do setor. Os aproveitadores e oportunistas de plantão tentam tirar proveito do trabalho alheio. -
Augusto 11/01/2025Graciela e Brigagão. , muito Obrigado Por apoiar nós trabalhadores de Franca !! -
Valeska 11/01/2025Acordem sapateiros, aproveitem esse bom momento e peçam um bom aumento no salário, da nojo ver p discurso desse preevidente do sindicato dos patrões há mais de quarenta anos, ele apoia o que há de pior na política, inclusive os planos econômicos de Fernando Collor,Fernando Henrique Cardoso,que também arrebentou om os trabalhadores é con os sapateiros da época e com certeza esse senhor,deve ter apoiado apoiado Jair Bolsonaro acusado de ser chefe de organização criminosa ,acordem sapateiros eles agora estão rangendo os dentes para o Tarcísio bang bang,estava me esquecendo a empresa desse senhor foi para o ralo junto a tantas outras devido aos planos econômicos que ele apoiava,começando por Fernando Collor que passados 36 anos está com os dois pés na cadeia Acordem sapateiros -
Valeska 11/01/2025Esses exploradores de trabalhadores de mão de obra terceirizada,sem registro em carteira assinada não quer mesmo é pagar impostos ,eu os aconselharia a levar as empresas deles para Cuba país que eles tanto criticam,lá se paga quase nada ,mas vê a situação daquele país atuatualmente canalhas, canalhas, canalhas -
Sapateiro 11/01/2025Que notícia boa! Agora na hora da negociação salarial vão fazer uma graça para os sapateiros (que já são uma mão de obra tão escassa) né? O que adianta fazerem cartão de natal, dia do sapateiro, gincana, dancinha do RH, se na hora do salário é só a acompanhar a inflação com muito custo?