SAÚDE

Franca intensifica combate à dengue com ações públicas e privadas

Por Hevertom Talles | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Hevertom Talles/GCN
Secretária de Saúde, Waléria Mascarenhas, e o médico infectologista Guilherme Freire, do Hospital Unimed São Joaquim
Secretária de Saúde, Waléria Mascarenhas, e o médico infectologista Guilherme Freire, do Hospital Unimed São Joaquim

A secretária de Saúde, Waléria Mascarenhas, e o médico infectologista Guilherme Freire, do Hospital Unimed São Joaquim, participaram nesta segunda-feira, 2, do programa A Hora É Essa, da rádio Difusora, para apresentar as ações da rede pública e privada de saúde no combate à dengue.

Em novembro, Franca registrou 152 notificações de dengue, das quais 48 foram descartadas e apenas 2 confirmadas. Outras 102 seguem em análise. Até o dia 14 do mês passado, 20 pessoas haviam perdido a vida em 2024 em decorrência da doença.

Com o início do período chuvoso, as ações contra o Aedes aegypti foram intensificadas, incluindo visitas diárias de agentes de controle de vetores a residências e comércios.

Segundo os representantes, as ações da rede pública e privada englobam campanhas de conscientização, vacinação, distribuição de materiais informativos, protocolos de notificação e reuniões de alinhamento estratégico.

Conscientização e medidas preventivas

A secretária de Saúde ressaltou a importância do envolvimento da população no combate à dengue. “Embora o poder público esteja mobilizado, o engajamento dos cidadãos é essencial. Cada pessoa deve reservar um tempo para verificar e eliminar possíveis criadouros em casa. Essa é a forma mais eficaz de prevenir novos casos e mortes”, destacou Waléria Mascarenhas.

Ela também reforçou que a vacina contra a dengue está disponível no calendário de vacinação para crianças de 10 a 14 anos, com aplicação em duas doses.

O médico infectologista Dr. Guilherme Freire enfatizou a importância histórica e atual da vacinação.

“A vacina é um dos maiores avanços científicos do século XX. Desde as primeiras experiências com a varíola no século XVIII, ela tem sido essencial para erradicar e controlar doenças. Campanhas como as lideradas por Oswaldo Cruz no Brasil, embora tenham enfrentado resistência, mudaram drasticamente a saúde pública e elevaram a expectativa de vida. Vacinar é um ato de proteção individual e coletiva. É uma ferramenta que salva vidas e impede o retorno de doenças já controladas”, explicou Dr. Guilherme.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários