NO FIM DE SEMANA

Caminhada pelo fim da violência em Franca reúne 1,2 mil pessoas

Por Hevertom Talles | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Daniel Faleiros/GCN
Participantes da 7ª Caminhada Pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas, em Franca, vestiram camisetas laranjas e levaram cartazes
Participantes da 7ª Caminhada Pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas, em Franca, vestiram camisetas laranjas e levaram cartazes

O Grupo Mulheres do Brasil promoveu neste domingo, 1º de dezembro, em Franca, a 7ª Caminhada Pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas. A ação teve como objetivo sensibilizar a comunidade sobre o combate à violência em suas diversas formas.

O evento reuniu cerca de 1.200 participantes, incluindo representantes das forças de segurança pública do município, clubes de serviço, escolas e universidades, instituições, centros comunitários, empresas privadas apoiadoras da causa, além de personalidades de diferentes setores.

Os participantes partiram às 9h da Avenida Presidente Vargas, na região do bairro Cidade Nova, em direção à Praça João Mendes. Vestindo camisetas laranjas e segurando cartazes com mensagens de conscientização, caminharam para reforçar a importância do tema.

Dora Bittar, líder do Comitê de Combate à Violência Contra Mulheres e Meninas em Franca, destacou que a caminhada é um alerta e um pedido urgente de mudança.

“Estamos muito gratas com a repercussão desta caminhada. Sabemos que, sozinha, ela não resolve o problema da violência contra mulheres e meninas, mas o grupo desenvolve diversas ações e projetos nessa causa, como a manutenção do Centro de Referência e Atendimento à Mulher (CRAM) e o projeto Vozes contra a Violência, que realiza palestras em escolas de ensino médio. Que esse grito seja ouvido e reverbere, porque chega de violência contra mulheres e meninas”, enfatizou Dora.

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Comentários

1 Comentários

  • Stardust 03/12/2024
    Hipocrisia. Essas ações de pombinha branca pela paz são inúteis. O problema está em Brasília...Enquanto o Código Penal não tiver uma profunda reforma, barbáries continuarão nos 4 cantos do país. Protestar contra Presidente, Senadores e Deputados ninguém quer né. HIPÓCRITAS!