A psicóloga Patrícia Dupim, de 42 anos, morreu na manhã deste domingo, 20, em seu apartamento no condomínio Franca Garden, após complicações de saúde. Ela havia buscado atendimento médico em várias ocasiões ao longo da semana anterior, relatando hemorragia uterina e fortes dores causadas por pedras nos rins. Patrícia, que era técnica especializada em saúde da Feapaes-SP (Federação das Apaes do Estado de São Paulo) até o ano passado, enfrentou um agravamento de seu quadro de saúde, que culminou em sua morte.
Segundo informações do boletim de ocorrência, Patrícia começou a se sentir mal na noite de 15 de outubro, quando relatou aos familiares que estava com uma hemorragia uterina e fraqueza extrema. Na quarta-feira, 16, antes de ir ao trabalho, ela passou na casa de sua mãe e mencionou que não estava se sentindo bem. Preocupada, sua família a levou ao Hospital Regional, onde foi diagnosticada com pedras nos rins e hemorragia uterina, sendo medicada e liberada.
Entretanto, os sintomas persistiram e Patrícia retornou ao hospital na quinta-feira, 17, e na madrugada de sexta para sábado, 19. Ela foi medicada e novamente liberada. No sábado à noite, decidiu dormir na casa dos pais, mas, na manhã de domingo, 20, retornou para seu apartamento, no Condomínio Franca Garden.
Por volta das 11h30, enviou uma mensagem aos pais informando que estava se sentindo mal. Seu pai foi imediatamente ao local, mas não obteve resposta ao chamar por ela, sendo obrigado a arrombar a porta.
Ao entrar no apartamento, encontrou Patrícia ainda com vida, sentada no banheiro. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado e prestou os primeiros socorros, mas, devido à gravidade de seu estado, Patrícia não resistiu e morreu no local. A Polícia Civil e o agente do SVO (Serviço de Verificação de Óbitos) foram chamados, e não foram encontrados sinais de violência no corpo.
De acordo com as informações preliminares, a causa da morte teria sido uma peritonite, uma inflamação do peritônio, membrana que reveste a cavidade abdominal e os órgãos internos. Essa condição pode ser causada por infecções graves, rupturas ou inflamações nos órgãos do abdômen. Somente os resultados dos exames poderão confirmar o que levou Patrícia a desenvolver essa condição.
Despedida
Patrícia era conhecida na cidade de Franca por sua atuação profissional e pertencia a uma família de destaque na comunidade local. Seu pai e irmãos são proprietários de uma clínica odontológica. Nas redes sociais, amigos lamentaram sua partida, recordando sua alegria e generosidade. "Uma mulher alegre, que amava a vida, gostava de ajudar as pessoas e curtia uma boa balada. Vou sentir muita falta dela", escreveu Maria Campos.
A Feapaes também manifestou pesar pela perda da ex-colaboradora. "Não temos palavras para expressar nosso pesar e tristeza. Que a família encontre paz, conforto e o amor que precisa neste momento de tanta dor".
O velório de Patrícia Dupim está sendo realizado na sala 8 do Velório São Vicente, e o sepultamento será às 14h desta segunda-feira, 21, no Cemitério Parque Santo Agostinho.
A Polícia Civil vai investigar o caso e tentar esclarecer o que de fato aconteceu e se houve negligência por parte dos médicos e do hospital que realizaram o atendimento de Patrícia.
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Comentários
3 Comentários
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Oscar Gold 23/10/2024Franca está bem arrumada com os novos médicos formandos, Unifran, Unifacef e os rejeitados de universidades de cidades melhores que vem pro interiorrr procurar um rumo. Não saiu nesse jornal, mas um dos filhos do Aparecido do Supermercado São Paulo, quase morreu também quando as bestas humanas tratavam a hemorragia na coluna dele como infecção. É o preço que vocês imbecis pagam por eleger prefeitos e caipiras que rejeitam por exemplo uma unidade da Unifesp quando ela demonstra intenção de se instalar na cidade. Fiquem a mercê dos filhinhos de papai que formaram na Unifran, pagando 10000 por mês pra nem exame saber ler. KKKKKK trouxas, tomara que o Alexandre nesse novo mandato se supere e feche um acordo interestadual com essa clínica de HIV do RJ. -
Augusto 21/10/2024Um absurdo liberá-la sem internação devido a gravidade!! -
ira 21/10/2024profundos sentimentos, ela procurou socorro, parere neglicencia, precisa ser investigado