Acontece nesta quinta-feira, 22, em Franca, o júri popular do dentista Samir Mussa, acusado de matar o auditor fiscal Adriano Willian de Oliveira em março de 2022.
O júri estava marcado para acontecer no mês passado, mas a morte da mãe do promotor adiou a data para esta quinta-feira.
O júri acontece a partir das 9h, no fórum da cidade, na avenida Presidente Vargas.
Para o Ministério Público, Samir praticou o crime por ciúmes, já que Adriano tinha um caso amoroso com a ex-mulher do dentista. A acusação do MP é de homicídio qualificado e, se condenado, Samir pode pegar até 30 anos de prisão.
Samir é réu confesso, foi preso no dia do crime, mas chegou a ter liberdade provisória por quase dois anos. Porém, uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo determinou, há cerca de dois meses, a volta dele para a cadeia.
Além do Ministério Público, a acusação terá um assistente que foi indicado pelo Sindicato dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco).
O crime
Samir Panice Moussa matou o auditor da Receita Federal de Franca Adriano Willian de Oliveira a tiros, no momento que ele saía de um bar na avenida Major Nicácio. Ele foi preso horas depois do crime pela Polícia Militar, com a ajuda de imagens gravadas por câmeras de segurança de estabelecimentos comerciais próximos ao local do crime. De posse das imagens, os policiais se dirigiram até a residência do autor dos disparos, no bairro Santa Rita. Ele não estava num primeiro momento. Os policiais aguardaram um pouco, e logo Samir chegou em casa. Foi então abordado, e confessou o crime.
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