SUSPEITA DE FRAUDE

Investigação continua, diz Gaeco sobre suspeitas em R. Corrente

Por Lucas Faleiros | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação/Gaeco
Investigação mira agentes da Prefeitura de Ribeirão Corrente
Investigação mira agentes da Prefeitura de Ribeirão Corrente

Todo o material recolhido pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado de São Paulo), do Ministério Público, em Ribeirão Corrente, continua sendo analisado.

Em abril, secretários do município, incluindo Airton Luiz Montanher, que é ex-prefeito e marido da atual chefe do executivo, Aninha Montanher, foram alvos de uma operação contra o desvio de verbas públicas.

De acordo com as investigações, contratos de obras públicas municipais eram vencidos por empresas ligadas aos servidores e o dinheiro, cerca de R$ 8,9 milhões, teria sido repartido entre eles e empresários. O esquema também envolveria pessoas utilizadas como ‘laranjas’.

Os agentes públicos tiveram vários objetos apreendidos e todos eles continuam em processo de análise.

“Estamos na fase de analisar o material que foi apreendido. Alguns eletrônicos ainda não retornaram de São Paulo, onde é feita a extração, então, aguardamos a chegada dos equipamentos para encerrar as investigações”, disse o promotor do Gaeco, Rafael Piola.

Até o momento, ninguém foi preso. Foram cumpridos, ao todo, nove mandados de busca e apreensão em Ribeirão Corrente. Os envolvidos, de acordo com a promotoria, são acusados de crimes como integração de organização criminosa, lavagem de dinheiro, desvio de renda pública e fraudes licitatórias.

Procurada, a Prefeitura do município não se manifestou. O nome de nenhum outro envolvido foi divulgado.

No site oficial de Ribeirão Corrente, Airton Montanher continua à frente da Secretaria Municipal de Administração.

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