MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Alesp aprova projeto que inclui Educação Climática nas escolas

Por N. Fradique | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Tânia Rêgo / Agência Brasil
Apenas 53% dos currículos educacionais de 100 países mencionam as mudanças climáticas, segundo a ONU
Apenas 53% dos currículos educacionais de 100 países mencionam as mudanças climáticas, segundo a ONU

Projeto de lei que incluiu a Educação Climática no currículo das escolas da rede estadual de ensino foi aprovado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), nesta quinta-feira, 27.

O projeto propõe que temas como aquecimento global, sustentabilidade, justiça climática e racismo ambiental sejam incorporados às disciplinas já existentes. O objetivo é promover uma abordagem transversal e interdisciplinar, preparando os estudantes para os desafios ambientais contemporâneos.

O deputado Guilherme Cortez (Psol), autor do projeto, destacou a importância do tema citando uma pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU) de 2021, que aponta que apenas 53% dos currículos educacionais de 100 países mencionam as mudanças climáticas. O deputado acrescentou a importância de melhorar a educação para conscientização sobre os riscos, mitigação, adaptação e impactos das mudanças climáticas, conforme estabelecido na Agenda 2030 da ONU.

“Desta forma, explícita está, não somente a necessidade de se trabalhar a temática em torno do clima dentro de sala de aula de forma transversal e interdisciplinar, como também a urgência em capacitar profissionais de educação nesta área, garantindo assim, um processo de ensino-aprendizagem em diálogo e em consonância com os temas mais relevantes e urgentes da atualidade”, afirma o deputado francano.

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Comentários

2 Comentários

  • Marcia Castello Branco 01/07/2024
    Parabéns. Somente a educação pode mudar o cenário atual.
  • Darsio 29/06/2024
    Admiro o deputado, mas ao meu ver esse projeto é o que se chama de chover no molhado. Oras! No currículo para as disciplinas de Geografia e Ciências, a temática já é bastante explorada. O que na verdade falta são as escolas implementarem suas agendas ambientais, ou seja, saírem do discurso e irem para a prática. E, o Estado poderia ser um bom exemplo para as escolas tomarem essa iniciativa e, um bom começo seria colocar fim aos carros oficiais para deputados, de tal modo que eles se utilizassem dos transportes coletivos. Afinal, quanto menor o tráfego de carros pelas ruas e rodovias, menor a emissão de gases estufa.