TRANSTORNO

Cama de morador de rua barra acesso de cadeirante a banco

Por Hevertom Talles | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
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Rampa de acesso pra PCDs totalmente intransitável por conta de colchão e cobertura de morador de rua
Rampa de acesso pra PCDs totalmente intransitável por conta de colchão e cobertura de morador de rua

Uma situação desagradável trouxe transtornos para uma cadeirante de Franca, nesta terça-feira, 4, por falta de acessibilidade em uma agência bancária.

Ana Lúcia Silva, de 56 anos, relata que foi até a agência da Caixa Econômica Federal, na avenida Brasil, no bairro Vila Aparecida, quando teve a entrada obstruída, pois a cama e o colchão de um morador em situação de rua estavam no local da rampa de acesso destinada a pessoas com deficiência.

“O guarda disse que não pôde fazer nada, não podia retirar as coisas deles (moradores de rua). Dizem que já chamou a polícia e a prefeitura”, relatou Ana Lúcia.

A cadeirante informou que teve acesso à agência apenas por meio da ajuda da sua filha, genro e de um moço, que ajudaram a subir a cadeira pela escadaria. Ana Lúcia contou que uma outra cadeirante ficou na calçada e no sol, enquanto a pessoa que estava acompanhando entrou.

A assessoria de imprensa da Caixa Econômica Federal não retornou o contato feito pela equipe de reportagem para abordar o caso.

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Comentários

6 Comentários

  • LULE 07/06/2024
    Cadê a empatia e amor aos moradores de rua? Tenho certeza que eles não queriam estar nessa situação, deve ser criado uma Lei para recolher impostos para que esses cidadãos possam receber um auxílio financeiro para poder viver em sociedade.
  • reportagem 05/06/2024
    Depois da polêmica que veio à tona por causa da remoção de um sofá velho de local público, a posição do Ministério Público ganhou força e o prefeito Gilson de Souza (DEM), após assinar um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), publicou ontem um decreto que dificulta a ação do poder público com relação aos moradores de rua. De acordo com a “cartilha” de procedimentos, os funcionários da Prefeitura não podem mais, desde ontem, recolher bens e pertences, como documentos, material de reciclagem, colchões, cobertores, sofás, fogões e camas de propriedade de morador de rua, ainda que estejam em locais públicos, como calçadas e praças. Além disso, também não podem remover involuntariamente essas pessoas do local que estejam ocupando ou tomar medidas que lhes forcem o deslocamento.
  • Miguel Jorge Bittar 05/06/2024
    Parabéns aos governantes e Ministério Público, deixando nossa cidade nesta situação de desleixo! Antes quando chegava na rodoviária pessoas com nestas situações já enviavam de volta de onde vieram! Hoje não autorizam a fazer nada deixando nossa cidade na situação de calamidade! Muitos pedintes, muitos moradores na rua! E não autorizam a retirar estas pessoas da rua! Vejam na esquina do Hospital Regional! Andem pela cidade! O que era nossa cidade é o que está se transformando! Parabenizo os governantes e ao ministério público, por deixarem a cidade abandonada e cada vez mais enchendo de moradores de Rua! Um verdadeiro descaso!!!!
  • Márcio 05/06/2024
    Agradeçam ao ex-prefeito Girso pelo TAC que ele assinou. Esse pessoal é intocável agora. Cadê a galerinha defensora pra retirar essa pessoa de lá?
  • Adalberto 05/06/2024
    Uma falta de respeito com o proximo, as pessoas em situacao de rua em muitas das vezes abusam e se acham intocaveis. Pagamos absurdos em valores referentes a impostos de todos os tipos. E quando nos deparamos com situações desse tipo começamos a acreditar que realmente nao compensa andar dentro da lei.....! Os moradores de rua deveriam ser autuados e levados para trabalhar, querem ficar em Franca, vao trabalhar capinando rua, varrendo rua e outros servicos.
  • José Roberto 04/06/2024
    E vocês ainda vão votar no Alexandre e nos mesmos vereadores?!?!?!