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Sapateiros de Franca aprovam reajuste salarial; confira os detalhes

Por Pedro Baccelli | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Sampi/Franca
Reprodução
Audiência pública realizada na sede do sindicato dos sapateiros
Audiência pública realizada na sede do sindicato dos sapateiros

Os sapateiros de Franca aprovaram o reajuste de 3% de aumento real mais a inflação nos salários em 2024. A contraproposta enviada pelos patrões foi discutida e colocada para votação durante assembleia geral realizada nesta quinta-feira, 7, às 17h30, na sede do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Calçados, no Centro da cidade.

A categoria aguarda a divulgação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) – correspondente a março de 2023 até fevereiro de 2024 – para somar aos 3% de aumento real de reajuste salarial. Caso a inflação feche menor que 4%, o reajuste será arredondado para 7%. Agora, se as perdas ultrapassarem 4%, mantém os 3% de aumento real.

A expectativa é de que o percentual de inflação seja conhecido a partir do dia 15 de março. Com mais de 13 mil trabalhadores formais, o piso atual da categoria é de R$ 1.627,64.

"Dentro das condições do sindicado, a gente fez o possível e o impossível para chegar e conseguir arrancar esse índice para nós sapateiros", disse o presidente do sindicato trabalhista, Wellington Paulo de Oliveira.

Esta foi à segunda contraproposta enviada pelos representantes dos donos de fábricas, o Sindifranca (Sindicato da Indústria de Calçados de Franca). Na ocasião, os trabalhadores rejeitaram 2% de aumento real, no dia 22 de fevereiro.

Outras pautas
O reajuste salarial não foi o único item aprovado na assembleia. Os sapateiros aceitaram R$ 347,32 mais a inflação de aumento no abono escolar para 2025. No ano passado, foi R$ 334,83.

Foi aprovada a criação da taxa assistencial, que cobra R$ 80 apenas dos trabalhadores que não são sindicalizados. Metade do valor é descontado da folha de abril, e o restante da folha de outubro. Os funcionários podem abrir oposição nos dias 8, 9 e 10 de abril, das 8h às 18 horas, na sede da categoria. É necessário levar documento com foto e carteira de trabalho, onde consta o registro da atual empresa. A taxa é uma contribuição pelo serviço que o sindicato faz e que contribui na manutenção do órgão.

Não houve acordo para aumentar a PLR (Participação dos Lucros Reais), que segue em 110 horas – 55 horas até o dia 25 de abril, e 55 horas até o dia 25 de outubro. Não houve a criação de vale refeição, como foi pedido pelos trabalhadores, mas manteve todas as cláusulas da convenção do ano passado.

O acordo firmado entre os sindicatos trabalhista e patronal tem força de lei e precisa ser cumprido por todas as empresas do setor. Caso contrário, é passível de penalizações. A data base foi dia 1° de março, e será feito o pagamento retroativo.

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Comentários

3 Comentários

  • Njr 09/03/2024
    VERGONHAAAAAAA
  • THIAGO 08/03/2024
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
  • ALEX SANDRO CORREA 08/03/2024
    Taxa?80 reais?que absurdo não conseguiram quase nada de aumento,não lutam pra melhorar o setor,as empresas vão embora,e eles ?nada.taxa fora de noção