BUSCAS

Bombeiros de Bauru seguem na Lagoa da Quinta da Bela Olinda, onde homem desapareceu

Ocorrência foi registrada no final da tarde deste domingo (25), quando as buscas começaram

Por Larissa Bastos | 25/02/2024 | Tempo de leitura: 2 min
larissa.bastos@jcnet.com.br
Atualizada às 23h10 de 25/02/2024

Bruno Freitas

Buscas pelo corpo do homem desaparecido, na lagoa da Quinta da Bela Olinda em Bauru
Buscas pelo corpo do homem desaparecido, na lagoa da Quinta da Bela Olinda em Bauru

Um homem de aproximadamente 30 anos desapareceu na Lagoa da Quinta da Bela Olinda, em Bauru, no final da tarde deste domingo (25). Neste momento, os bombeiros seguem no local para tentar localizá-lo.

Segundo informações preliminares da corporação, a vítima estava no local acompanhada de amigos e disse que iria atravessar a lagoa nadando.

Porém, quando chegou ao meio do caminho, os amigos viram que ela começou a voltar à margem. Até que, em certo momento, o homem desapareceu na água, sem os colegas verem exatamente onde ele teria afundado.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e iniciou buscas com mergulhadores.

O JCNET acompanha o caso. Esta reportagem pode ser atualizada a qualquer momento.

SOBRE A LAGOA

O local é apelidado por muitos de “lagoa da morte” pelas dezenas de vidas que foram perdidas ali e pelos desníveis perigosos que existem no fundo da represa.

A última morte por afogamento na Lagoa da Quinta da Bela Olinda, que se tem conhecimento, aconteceu em 21 de maio de 2023, quando um homem de 40 anos caminhou em direção à água e submergiu, não voltando mais à superfície.

Na época, a prefeita Suéllen Rosim informou ao JC que estudava a possibilidade de cercar o espaço com alambrado para dificultar o acesso. Mas, desde então, o assunto não foi mais abordado.

Antes disso, conforme o JC noticiou, em março de 2021, um homem de 56 anos se afogou no local e, em novembro de 2020, um jovem de 21 anos perdeu a vida da mesma forma. A estimativa da prefeitura é que, desde 2010, cerca de 100 pessoas morreram na represa, que não é indicada para lazer.

Uma das explicações para tantos afogamentos são os perigosos desníveis que existem no fundo da água. Uma batimetria feita em 2019 aponta que, em um trecho a partir da margem da lagoa, a profundidade varia bruscamente de 23 centímetros para 5,60 metros. Em outro ponto, a oscilação vai de 54 centímetros para 6,72 metros. Já o ponto mais profundo chegava a 9,91 metros.

Contudo, ainda não há estimativa de, a curto prazo, realizar intervenções para solução definitiva dos problemas, como a revitalização do espaço, aterramento do lago para reduzir a profundidade ou até o seu esvaziamento.

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1 COMENTÁRIOS

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  • José Marcelo Ravanhan
    25/02/2024
    Claro!!!! Como ,das outras vezes falta vontade política!!!!. Se esvaziar a lagoa iremos encontrar desde canivetes até motos e carros no fosso da MORTE!!.