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Fábricas oferecem 2% de aumento real, e sapateiros recusam a proposta

Por Pedro Baccelli | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Sampi/Franca
Reprodução
Assembleia dos sapateiros realizada na sede do sindicato da categoria, no Centro de Franca
Assembleia dos sapateiros realizada na sede do sindicato da categoria, no Centro de Franca

Os sapateiros de Franca recusaram a contraproposta oferecida pelo sindicato patronal de reajustar o salário em 2% mais a inflação, durante assembleia geral realizada nessa quinta-feira, 22, na sede da categoria. Com data base para 1° de março, os mais de 13 mil trabalhadores seguem negociando o aumento em 2024.

O valor oferecido pelos patrões fica abaixo dos 7% de aumento real mais inflação pedidos pelos sapateiros no início das negociações. O percentual referente às perdas inflacionais será conhecido pelo setor apenas em março, com a divulgação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).

Os trabalhadores também recusaram o reajuste de 2% mais inflação no abono escolar de 2025. Neste ano, o benefício foi de R$ 347. Segundo o sindicato dos sapateiros, os patrões não enviaram propostas para a criação de um vale refeição e para o aumento da PLR (Participação nos Lucros e Resultados), que, atualmente, é de 110 horas.

Ainda segundo o sindicato dos sapateiros, o representante patronal deve entrar em contato na próxima quarta-feira, 28, para marcar as datas das próximas reuniões para voltarem a discutir os valores de reajuste para a categoria.

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Comentários

3 Comentários

  • Antonio Carlos 23/02/2024
    Nos anos 70, 80, era pegar ou passar fome, hoje não mais, hoje a classe trabalhadora tem consciência do seu valor e não pode e ninguém mais pode ser acusado de subversivo comunista quando reividica dignidade e reconhecimento a sua força e o valor do seu trabalho.
  • ADILSON 23/02/2024
    FAZ ARMINHA , PESSOAL , SÓ QUE LUCRO NAS COSTAS DOS TRABALHADORES
  • Indignado 23/02/2024
    Invés de agradecerem de ter emprego preferem sacrificar o empregador. Depois Reclamam das empresas irem embora de Franca ai ficam desempregados e reclaman de novo pq estao desempregados.