Amanda Aline Barbosa, de 35 anos, é mãe do pequeno Pedro Augusto Barbosa Silva, de 10 meses, que foi diagnosticado com assimetria craniana, mais conhecida como plagiocefalia. O pequeno precisa de uma órtese craniana com urgência para o tratamento. A família mora no Residencial Meireles, em Franca.
A doença pode ser causada tanto por malformação do crânio quanto por outras síndromes ligadas a demais partes do corpo. A assimetria pode trazer problemas como o desalinhamento da arcada dentária, perca do campo visual, mandíbula e outros riscos irreversíveis.
Amanda revela que teve uma gestação tranquila e que o filho nasceu bem. “O Pedro, desde bebê, tinha uma posição preferida dele, que ele gostava de ficar. E a gente trocava, tentava trocar, ele não aceitava, ele chorava. Mas eu, como mãe de primeira viagem, sem o conhecimento, não fui orientada, não sabia que tinha possibilidade de torcicolo. Então, o Pedro tinha o torcicolo e a gente não sabia. Porém, como o Pedro nasceu, teve muita cólica, a gente achava que era das cólicas, às vezes, esse desconforto”, comenta Amanda.
A mãe também afirmou que, próximo de 7 meses, o filho não se sentava, não conseguia ficar sentado. Após a procura por atendimento médico e de alguns meses de espera, veio a confirmação que Pedro tinha uma diferença entre os olhinhos - um mais alto que o outro, por conta da assimetria craniana, com grau severo. Outros exames também apontaram o mesmo laudo.
Por conta dessa demora do diagnóstico, a criança perdeu tempo no tratamento que poderia ter sido feito com outras ações, inclusive, com fisioterapia. E, agora, precisa da órtese craniana.
Amanda relata que precisa comprar um "capacetinho" próprio para o tratamento do filho e que o custo com esse tratamento pode chegar a R$ 18 mil, já que é um produto importado, com custo caro, e para dar continuidade com a fisioterapia.
“Ele tem que continuar esse tratamento, ele faz fisioterapia por conta do atraso e da falta muscular que ele tem na parte de trás. Ele tem dificuldade, ele não engatinha, ele não fica em pé, não se apoia sozinho e hoje ele está com 10 meses. A gente não tem disponibilidade desse recurso no momento”, diz a mãe.
Segunda Amanda, o SUS (Sistema Único de Saúde) oferece apenas a fisioterapia. "Mas demora, você tem que entrar numa fila de espera. E, no meu caso, não podemos esperar nada. Meu filho tem convênio, e a fisioterapia consegui por lá, mas têm as guias também para pagar".
Por conta da situação e da necessidade de fazer o tratamento, a família criou uma Vakinha para levantar recursos, as doações podem ser feitas através do link: Capacetinho para o Pedro! ou via contato da Amanda: (16) 99375-2877.
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