Após uma audiência na última segunda-feira, 6, a Justiça de Franca decidiu manter presos os quatro suspeitos de matar o químico Carlos Henrique Miras, em abril deste ano, na Avenida Presidente Vargas, em Franca.
Ele foi morto a facadas após deixar motel com a namorada, Suellen Preda da Silva, que está presa. O corpo de Carlos Henrique Miras foi encontrado dentro do carro dele com oito perfurações na noite do dia 4 de abril, na da Avenida Presidente Vargas, Zona Leste de Franca.
O juiz responsável pelo caso decidiu que a prisão preventiva deve ser mantida e que as pessoas acusadas permanecerão na prisão enquanto aguardam julgamento.
A Justiça tomou essa decisão com base em que há fortes evidências de que o crime de latrocínio ocorreu e que existem muitos indícios de que as pessoas acusadas possam ter cometido o crime.
O pedido de libertação do suspeito Matheus Alex Rodrigues, de 19 anos, foi negado porque, de acordo com a investigação policial, ele estava em um relacionamento com a acusada Suellen, 30 anos, namorada da vítima morta, que o avisou sobre a investigação. Como resultado, Matheus fugiu da cidade de Franca para evitar ser preso. O juiz decidiu que era necessário mantê-lo na prisão para evitar que ele fuja novamente e para proteger a ordem pública.
O juiz também recusou o pedido da defesa de Suellen para recriar os eventos do crime. Ele acreditou que isso era desnecessário e apenas atrasaria o processo, pois Suellen estava presente no local do crime quando ele aconteceu. Além disso, o juiz não viu sentido em recriar os eventos solicitados pela defesa dos acusados Adren Henrique Cruz Silva, 20 anos, e Vanessa, já que eles negaram ter cometido o crime. Ele explicou que o pedido de recriação faz parte do julgamento do juiz e não era apropriado nesse momento.
Os quatro acusados de latrocínio – Vanessa Fernandes da Silva, Mateus Alex Rodrigues, Suéllen Preda da Silva e Henrique Cruz Silva – continuarão à disposição da Justiça até o julgamento.
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