AGRESSÃO

Prefeitura expressa 'repúdio' e secretários vão a escola em que mãe agrediu funcionárias

Por Alex Henrique | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação/ Prefeitura de Franca
Servidores da EMEB Maria Brizabela em reunião com a secretária de Educação, Márcia Gatti, após caso de agressão de mãe de aluno a funcionárias
Servidores da EMEB Maria Brizabela em reunião com a secretária de Educação, Márcia Gatti, após caso de agressão de mãe de aluno a funcionárias

Após o caso de agressão a servidoras da Escola Municipal Maria Brizabela Bruxellas Zinader, ocorrida nesta quarta-feira, 20, em Franca, uma reunião foi convocada pela secretária municipal de Educação, Márcia Gatti, na unidade de ensino, com a participação dos envolvidos.

Uma nota emitida pela Prefeitura de Franca informou que o encontro com os servidores teve a presença dos secretários Márcia Gatti e Petersson Facirolli, de Recursos Humanos, que compareceram para prestar “toda a assistência necessária à equipe escolar”.

No comunicado do Executivo Municipal, também foi manifestado repúdio ao ato cometido pela mãe de uma aluna de 9 anos na manhã desta quarta, e que “todas as medidas cabíveis para amparar os profissionais e as ações legais contra a agressora serão tomadas pelo Município, inclusive, em apoio irrestrito aos seus colaboradores”.

Ainda no texto, informa a Prefeitura de Franca que “programas que promovem a cultura da paz nas escolas seguem sendo realizados nas unidades municipais, assim como, medidas de segurança interna. Entre elas, a instalação de câmeras de monitoramento”.

O caso
Servidoras da EMEB (Escola Municipal de Educação Básica) Maria Brizabela Bruxellas Zinader, localizada no Jardim Luiza I, Zona Norte de Franca, foram agredidas por uma mãe de aluno nesta quarta-feira, 20. Pelo menos três funcionárias compareceram à CPJ (Central de Polícia Judiciária) para prestar queixa.

Segundo os relatos colhidos pela reportagem, uma criança de 9 anos chegou em casa chorando, dizendo à mãe que havia apanhado de um colega de turma. A mãe da menina foi à escola exaltada e teria exigido imagens de câmeras de segurança.

A coordenadora tentou acalmar a mãe, informando que o desentendimento entre as crianças ocorreu dentro da sala de aula, onde não há circuito interno. A mulher teria se irritado com a informação e passou a empurrar as funcionárias no pátio externo.

Esta confusão foi registrada por uma câmera de segurança. Do entrevero, pelo menos três servidoras – entre elas a coordenadora da escola – sofreram ferimentos. As funcionárias agredidas compareceram à Delegacia para o registro da ocorrência.

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Comentários

4 Comentários

  • Ney 22/09/2023
    Muito triste esta situação:Quando é que os pais vão entender que tem que educar em casa,escola é pra instruir, e que professores e assistentes tem que ser respeitados,fica aqui minha indignação sobre este assunto
  • André 21/09/2023
    Ao meu ver está faltando segurança nas escolas, e já faz tempo que professores são agredido, também já faz tempo que nossas crianças sofre agressão verbal dos próprios colegas de aula ou dos professores, tenho uma filha de 04 anos, onde de algum tempo pra cá, vêm com uma reclamação diferente, um dia derrubou ela , outro dia cortou o cabelo dela, em um outro dia me aparece com hematomas, vejo que a prefeitura abriu concurso pra inspetor de aluno pra nossas escolas, só que em vez de colocar inspetor de aluno colocar segurança, onde os segurança fardado passa a todos uma segurança maior, tanto fisicamente como psicologicamente.
  • Dirceu 21/09/2023
    Expressar repúdio é a única atitude q eles tomam... nada mais acontece. Na realidade, a secretaria da educação acha mais fácil trocar o funcionário de escola, do que tomar uma atitude firme e verdadeira contra os agressores.
  • JOIA DAS ARABIAS 21/09/2023
    /Imaginem esses pseudos pais com acesso a armas? O que ja não teriam feito!!! Todo funcionário público necessita ser cobrado por qualidade nos seus serviços, mas também atendido com boas condições de trabalho, valorizado e respeitado. Afinal, ao contrário de muitos, investiram na formação e souberam se preparar para acirrados concursos, ou seja, muito diferente do que certos fracassados fizeram na vida. Ou a justiça puna exemplamente esses pseudos pais ou lamentavelmente poderemos esperar pelo pior.