Uma aluna de 17 anos foi brutalmente agredida dentro de uma escola na noite dessa quarta-feira, 30. O caso aconteceu na escola estadual "Isaac Vilela de Andrade", na cidade de Restinga, a 10 km de Franca. A estudante cursa o 3º ano do ensino médio na rede estadual no período da noite, mas o prédio também abriga aulas da rede municipal até o 9º ano.
A violência contra a estudante foi praticada por outra aluna da própria escola, que utilizou um objeto chamado "soco inglês", como consta no Boletim de Ocorrência. A jovem ficou bastante ferida, com lesões graves no rosto, inclusive um corte profundo próximo ao olho.
Juliana Soares, mãe da aluna, relatou nesta quinta-feira, 31, que sua filha já vinha sendo perseguida por outra estudante há algum tempo. “Eu cheguei a ir à casa da mãe para que ela conversasse com a filha dela, para ela deixar a (citando o nome da filha) em paz. Ela estava fazendo fuxico, rolo, aí parou. Até tirei a minha filha do serviço. Elas trabalhavam juntas”, conta a mãe da estudante.
Juliana diz que, posteriormente, sua filha, que também é candidata a rainha de rodeio na cidade, voltou a ser perseguida. “Esses dias atrás, ela (a agressora) foi perseguindo novamente e fez tudo de caso pensado. Ela já tinha arrumado o ‘negócio’ para levar para a escola e furar ela. Ela (acusada) começou a postar o rosto de minha filha, fazer fake no Tiktok, falando que minha filha era um lixo”, disse Juliana, acrescentando que a agressora é maior de idade.
Mãe e filha estiveram na delegacia de Restinga na manhã desta quinta-feira, para registrar o Boletim de Ocorrência. Na delegacia, a vítima disse que foi agredida no momento que foi tirar "satisfação" pelas postagens e difamação que vinha sofrendo através das postagens da acusada.
A reportagem procurou a Secretaria Estadual de Educação para comentar o ocorrido na unidade escolar e como funcionam as medidas de segurança na escola em que ocorreu o fato, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria. O caso repercute muito na cidade e os pais dos alunos pedem mais segurança na escola.
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Comentários
3 Comentários
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ira 31/08/2023essa agressora nao tem nome? e nao fizeram um BO? a menina etsta toda m,acjhucada, nao existe Lei, nessa cidade? absurdo -
JOIAS DAS ARABIAS 31/08/2023É preciso que se abandone essa vitimização que se faz dos alunos, especialmente do ensino médio. São tratados como coitadinhos, inocentes, puros e vítimas de um sistema. Oras! É verdade que não devemos generalizar, pois acredito que muitos alunos possuem bons propósitos e são muito bem educados na base familiar. Mas, também existem aqueles que destroem a escola, ameaçam professores e colegas, são cínicos quando questionados e cobrados pela indisciplina, mal recebem os kits, logo os jogam no lixo ou quebram os lápis e canetas para ficar atirando nos colegas e, com os cadernos servindo de material para aviãozinho ou bolinhas de papel. Debocham dos professores, viram as costas para a aula e se prendem unicamente aos seus celulares, numa clara afronta as normas. Seus pais e/responsáveis nunca aparecem a qualquer reunião na escola, são totalmente omissos. Portanto, episódios como esse viraram rotina nas escolas, em que teimosamente perpetua-se a imbecilidade de que alunos não podem assumir responsabilidades e sofrer punições, pois são apenas vítimas. Fico a pensar como formar um cidadão destituído de deveres? -
José Roberto 31/08/2023Mais uma escola administrada pelo carioca cujo secretário de Educação é sócio da Empresa Multilaser e já tem vários contratos assinados com o governo do Estado de São Paulo. Vocês que votaram no carioca acham mesmo que ele e o secretário de educação estão preocupados com segurança de uma escola???