O motorista que teria causado a colisão de dois automóveis no final da manhã de segunda-feira, 31, na rodovia que liga Pedregulho à vila de Estreito, na região de Franca, estava com a CNH cassada desde 2015 e não poderia estar ao volante. A condutora do outro veículo envolvido morreu na madrugada desta terça-feira, na Santa Casa de Franca.
Segundo informações da Polícia Civil, Adolfo Cesar Minervino, de 36 anos, havia perdido o direito de conduzir veículos automotores há oito anos. As causas da suspensão do documento do motorista não foram informadas pelas autoridades.
Apesar disso, ele dirigia a picape Montana pela rodovia Antônio Giolo, quando no quilômetro 4 da via teria invadido a pista contrária e bateu de frente contra o Renault Sandero, que era dirigido por Maria de Fátima Medeiros Pinheiro de Oliveira, de 69 anos. Ela foi socorrida à Santa Casa de Pedregulho e depois transferida para Franca à noite, mas não resistiu aos ferimentos.
Adolfo e a passageira do carro dirigido por Maria de Fátima seguem internados na Santa Casa de Pedregulho. O hospital não divulgou boletim sobre o estado de saúde das vítimas. O acidente será investigado pela Polícia Civil.
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Comentários
2 Comentários
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Dirceu 02/08/2023Pra vcs verem o quanto as leis no Brasil funcionam... Será que nesse período de quase 8 anos, esse cidadão não foi parado em nenhuma fiscalização?? E agora?? depois q causou a morte de uma pessoa, o que vai acontecer?? Provavelmente vai ficar por isso mesmo, e o rapaz, já deve estar dirigindo novamente sem a habilitação... Essas leis são uma vergonha... -
Anônimo 01/08/2023Recentemente, temos visto inúmeros casos de condutores dirigindo com a CNH vencida, cassada ou sob o efeito de álcool que têm causado acidentes. Será que não falta uma fiscalização mais efetiva pela Polícia Militar e pelo Detran/SP? Temos visto poucas blitz de trânsito, com abordagem do condutor, checagem de documentos, averiguação de documentos. A fiscalização mais presente é o famoso radar móvel. Não raras vezes vemos a presença de policiais com radares móveis. Mas apenas isso é suficiente? Não seria a hora de repensar isso? Porque a abordagem de veículos, para verificação de documentos é importante e inibiria condutores infratores de conduzir veículos, temendo serem pegos em situações irregular.