A segunda-feira, 17, não foi auspiciosa para a frota do Corpo de Bombeiros em Franca. Não bastasse a colisão no período da tarde de um motorista aparentemente embriagado com uma Unidade de Resgate, um caminhoneiro desatento – e comprovadamente sob efeito de álcool – passou por cima de duas motos da corporação à noite na avenida Wilson Sábio de Melo, no Distrito Industrial. Não houve feridos.
A equipe de motos atendia a uma ocorrência de acidente de trânsito no local e encostou os veículos com a iluminação de serviço acionada para sinalização aos demais motoristas que trafegavam pelo local.
Poucos minutos depois, um caminhão, que pertence a uma transportadora da cidade, atingiu as duas motocicletas em cheio, provocando diversos estragos. Uma das motos foi arremessada pelo caminhão, e a outra ficou embaixo do veículo.
O condutor do veículo pesado alegou à polícia que não observou as motos paradas. Seu teste do bafômetro acusou 0,16 mg/L de álcool, quantidade três vezes superior ao permitido. Ele foi multado em R$ 2.997,00 e terá sua CNH suspensa por um ano por ser de categoria profissional.
A Perícia foi acionada ao local, e policiais militares do Pelotão de Trânsito registraram o boletim de ocorrência.
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Comentários
4 Comentários
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Elvio Machado 18/07/2023Óia pro ce vê... -
Tadeu Siqueira 18/07/2023Tem que pensar no fluxo tbm. -
Valdinei 17/07/2023Parece que a \"Lei seca\" foi mais uma lei que não pegou, justamente pela baixa fiscalização. No começo, a quantidade de blitz /abordagens de condutores fazia com que as pessoas tivessem receio de conduzirem sob o efeito de álcool. Porém, atualmente não vemos mais a mesma quantidade de blitz, abordagens de rotina, verificação de documentos, blitz da lei seca. Só vemos fiscalização com radar de velocidade. Aí, a sensação de não aplicação da lei aumenta, criando um estímulo para que alguns motoristas dirijam sob o efeito de álcool. -
Alexandre Cesar Lima Diniz 17/07/2023Espero que a pge ingresse com ação de indenização e bloquei o veículo para garantir o cumprimento da obrigação senão ainda teremos que pagar o conserto.