O caso de Dara Cristina de Andrade, de 27 anos, sofreu uma reviravolta nesta semana. A mulher foi vítima de violência doméstica, e não de um acidente, como inicialmente registrado. O autor é o próprio marido, Thiago Ricardo Rocha Gonçalves, que está foragido após ter sua prisão decretada pela Justiça.
A peça chave para a virada foi o depoimento de Dara, gravado em vídeo pela polícia, em que ela afirma que o marido lhe ateou fogo, desmentindo a versão apresentada por Thiago em 26 de maio, quando o crime aconteceu na residência do casal, no Jardim Aeroporto I, em Franca.
O marido da jovem, que atendeu aos policiais militares no dia como se fosse mesmo um acidente doméstico, afirmou que a mulher teria usado álcool para lavar roupas, foi cozinhar e teria se queimado ao usar o fogão. Ele alegou que estava tomando banho quando tudo aconteceu e chegou a chorar ao conceder entrevistas. Agora é um procurado da Justiça.
O delegado titular da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Franca, Marcio Garcia Murari, explicou que diligências foram realizadas pelos investigadores da especializada nesta quarta-feira, 28, em três possíveis endereços onde Thiago poderia ser localizado, porém, não houve sucesso na ação.
Segundo o delegado, a família recebeu ameaças de morte por conta da insistência para que as investigações fossem retomadas. “Tememos pelos familiares por conta da situação de fuga do indiciado”, disse. Thiago já possui passagens policiais, inclusive por homicídio.
Estado da vítima
Dara Cristina de Andrade continua internada na Santa Casa de São Paulo, com queimaduras de terceiro grau em boa parte do corpo, e chegou a ficar em coma induzido por duas semanas por conta de seu delicado estado de saúde. Ela necessitou de enxertos de pele no pescoço e na região torácica.
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Comentários
2 Comentários
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armando g 29/06/2023cadeia para este vagabundo /MONSTRO/ é muito pouco - -
Baltazar Oliveira 28/06/2023Se eu souber onde esse vagabundo está escondido eu conto pros parentes da mulher.