O torcedor pode cravar que o Sesi Franca Basquete vive sua melhor fase das últimas décadas. Além de buscar o bicampeonato do NBB (Novo Basquete Brasil) 2022/23 e ter conquistado, no último ano, o Campeonato Paulista, a Copa Super 8 e a Champions League, o time conta com todo o seu elenco-base, além do técnico, concorrendo aos prêmios individuais da competição nacional.
Os escolhidos são: o ala/armador Georginho, o pivô Lucas Mariano, o ala/pivô Lucas Dias, o ala/armador norte-americano David Jackson, o ala argentino Scala e o jovem pivô Márcio. O técnico Helinho Garcia tentará repetir o feito do ano passado.
Na disputa de MVP do campeonato, três atletas do próprio clube concorrem: Georginho, Lucas Mariano e Lucas Dias. Este último passou por uma cirurgia de apêndice e jogou apenas a primeira partida da final contra o São Paulo, mesmo assim é o favorito para conquistar o prêmio.
Georginho também concorre ao prêmio de melhor armador do ano, juntamente com Elinho (São Paulo) e Alexey (Minas). Lucas Mariano e Lucas Dias também disputam o prêmio de melhor pivô do campeonato, concorrendo com Gabriel Jaú (Flamengo), Antônio (Unifacisa), Mãozinha (Corinthians) e Hettsheimeir (Flamengo).
O clube francano ainda conta com David Jackson na disputa pelo prêmio de melhor ala do ano, contra Gui Deodato (Flamengo), Cuello (Flamengo), Johnson (Minas), Thomas (Corinthians) e Miller (São Paulo). DJ também concorre ao título de melhor estrangeiro do NBB, contra Johnson (Minas) e Bennett (São Paulo).
O argentino Scala também está entre os melhores jogadores atuando no Brasil, concorrendo como sexto jogador, ao lado de Gui Deodato (Flamengo) e Gaskins (Unifacisa). Márcio está na disputa como jovem destaque, concorrendo com Adyel (Paulistano) e Ruan (Cerrado).
O técnico Helinho, finalista da competição brasileira, busca repetir o feito do ano passado, quando foi campeão e eleito o técnico do ano. Ele concorre com Demétrius (Paulistano) e César Guidetti (Unifacisa), que não estão na final.
O técnico Helinho Garcia destaca toda a estrutura oferecida pelo clube para que cada um dos atletas possa desenvolver seu trabalho com excelência. "Como técnico da equipe, tenho muito orgulho de todos os jogadores que foram indicados. Mas tenho a plena convicção que é o fruto de um trabalho de um todo, dentro e fora de quadra, a parte física, mental. Tudo realizado com muita seriedade e atenção para que todos os atletas possam desenvolver o trabalho deles com a maior excelência possível”, disse.
Sobre ser indicado pelo segundo ano consecutivo como melhor técnico do Brasil, Helinho divide esse momento com todo o grupo e os profissionais da agremiação. “Eu fico feliz pela indicação de forma consecutiva, mas isso é consequência de um trabalho de todos, de uma equipe multidisciplinar, unida trabalhadora e focada no que tem de ser feito.”
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