A segurança nas escolas passou a ser um dos temas mais discutidos recentemente. Ações são adotadas e aprimoradas a cada dia por órgãos responsáveis e por outros setores da sociedade.
Franca já adotou medidas emergenciais, recentemente, com a onda de notícias de ataques em unidades escolares, e agora a Câmara Municipal quer ampliar o debate ainda mais. Uma audiência pública será realizada nesta segunda-feira, 8, às 19 horas, no Plenário do Legislativo com o objetivo de discutir propostas, sugestões e projetos que auxiliem na prevenção da violência nas unidades de ensino.
Foram convidados representantes de órgãos públicos, dos setores da educação e segurança, além do Ministério Público estadual, Defensoria Pública, Vara da Infância e Juventude e membros da sociedade civil.
O encontro tem a iniciativa do deputado estadual Guilherme Cortez (Psol) e do vereador Gilson Pelizaro (PT), e deverá contar com a presença de todos os parlamentares e do Poder Executivo, já que o tema é uma preocupação nacional.
Pelizaro disse que nada mais democrático e transparente que uma audiência pública que coloca frente a frente os responsáveis e aqueles que sentem na pele a falta de determinados atos.
“Vamos debater com as autoridades que têm responsabilidade administrativa e de execução de políticas públicas. E tirar uma série de encaminhamentos. Quando a Câmara Municipal se propõe abrir seus canais e debater temas relevantes para a sociedade, não está mais que cumprindo com sua função de agente público”, disse.
Guilherme Cortez lembrou dos casos de violência nas escolas ocorridos em diversas localidades do país: “A realização de uma audiência pública que, congregando diversas entidades envolvidas nos setores da educação e segurança, proponha medidas visando melhores condições de segurança e, consequentemente, de funcionamento das escolas públicas e privadas do município de Franca”.
O deputado disse que os episódios recentes de massacres nas escolas e as supostas ameaças demonstram que esse é um assunto pertinente não apenas a educadores e autoridades, mas a toda a população. “Por meio do diálogo e da união de esforços podemos construir um ambiente escolar saudável e propor soluções para coibir as redes de ódio entre as crianças e jovens, principalmente nas redes sociais”.
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