PRECARIEDADE

Delfinópolis decreta situação de emergência nas balsas

Por Hevertom Talles | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
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Nesta quinta-feira, 13, as balsas 'Canastra' e 'Rio Grande IV estão operando e as demais seguem em manutenção
Nesta quinta-feira, 13, as balsas 'Canastra' e 'Rio Grande IV estão operando e as demais seguem em manutenção

A Prefeitura de Delfinópolis (MG), a 82 km de Franca, decretou nesta quarta-feira, 12, Situação de Emergência na travessia de balsa entre o município de Delfinópolis e o município de Cássia (MG). No decredo, a Prefeitura diz que "a população local vem sofrendo com a mobilidade urbana".

Segundo o decreto, com a situação das balsas, dos rebocadores e a falta de manutenção por parte de Furnas, responsável pela manutenção e reparos das embarcações, se fez necessária a decretação da situação de emergência “até que a empresa Furnas Centrais Elétricas realize as manutenções das embarcações disponíveis no município”.

A Prefeitura destacou a precariedade das embarcações. São diversos os problemas apontados, que evidenciam a gravidade das condições das balsas e segurança da travessia.

Entre alguns pontos, a Prefeitura relatou que os rebocadores apresentam superaquecimentos dos motores, vazamento de água e que tem balsa sem bomba para resfriamento e balsa com vazamento de óleo.

Ainda segundo a Prefeitura, a equipe da mecânica contratada pela empresa Furnas tem retirado peças de uma embarcação para colocar em outra, o que tem agravado ainda mais as condições das balsas.

Nesta quinta-feira, 13, as balsas Canastra e Rio Grande IV estão operando e as demais seguem em manutenção por parte de Furnas, segundo a Prefeitura.

A situação das balsas tem afetado a mobilidade da cidade e o escoamento da produção de banana e soja. A outra alternativa que é a BR-464 não pavimentada, apresenta trechos sinuosos e alguns deles impossibilitam a passagem de veículos pesados.

Casos de incidentes na operação das balsas são comuns no Porto de Delfinópolis, de caminhão caindo na represa, colisões no interior das embarcações a balsa atolada.

Com o decreto vigente, a Prefeitura pode realizar a compra de bens e serviços para regularizar a situação sem licitação, caso Furnas não resolva o imbróglio.

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Comentários

3 Comentários

  • amauri soares 14/04/2023
    simples de resolver,e só furnas construir a ponte o dinheiro que ja foram gastos com estas balsas neste tempo dava pra fazer 3 pontes, faz a ponte explora com um pedagio acessivel pra todos quem tem endereço fixo na cidade nao paga, agora precisa saber o porque nao querem construir a ponte porque dinheiro pra isto e muito.
  • Homero Santiago 13/04/2023
    A verdade é que essa travessia para Delfinopolis sempre atendeu a interesses de ocasião, nos anos 70 e 80 do século passado eram os interesses políticos e de políticos que ganharam muito dinheiro nas administrações e arrecadações desse serviço e que foram o melhores tempos para os usuários. Agora os interesses são outros e os usuários é que pagam o pato com os atuais péssimos serviços prestados, os interesses agora é dos proprietários de terras e empreendimentos imobiliarios rurais e de turismo que esperam pela supervalorização de seus propriedades com a construção da tão decantada ponte. Daí que esses atuais interesseiros colocam a população a chorar aos políticos pela construção da ponte fazendo aumentar o choro da população com esse serviço vergonhoso de balsas atual.
  • José Roberto 13/04/2023
    Passou da hora de fazer uma ponte neste trecho! Um absurdo o que acontece ano após ano!