Enquanto a maioria das famílias torce pelo aumento do número de escolas do grupo cívico-militar, comenta-se que o atual governo federal estaria pretendendo tirá-las do mapa, o que seria profundamente lamentável. Onde elas existem, os pais demonstram satisfação e tranquilidade, com bom aproveitamento e disciplina exemplar. Torcemos para que sejam ampliadas, ao menos no Estado de São Paulo, onde o governador Tarcísio de Freitas vê com bons olhos o assunto, principalmente após a tragédia ocorrida esta semana na Capital.
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