A Polícia Civil identificou o piloto da lancha que atropelou o francano Kaique Barbosa, de 23 anos, nas águas da praia artificial de Rifaina na tarde do dia 29 de janeiro.
Kaique, que é filho do vereador Zezinho Cabelereiro (PP), estava dirigindo um jet-ski de um amigo. Por volta das 14 horas, uma lancha bateu na traseira da moto aquática. A vítima se jogou para a direita, mas a embarcação atingiu suas costas e o braço esquerdo.
Foi instaurado inquérito policial, e o setor de investigação encontrou a lancha envolvida no acidente em um guarda-barco em Rifaina. A embarcação foi periciada e fotografada. O proprietário foi identificado.
Segundo o delegado Djalma Donizete Batista, uma advogada de defesa entrou em contato por meio de petição informando quem foi o autor do acidente. O homem, com idade entre 20 e 30 anos, é de Sertãozinho (SP). O nome não foi divulgado pela autoridade policial.
"Vamos encaminhar a carta precatória para que o proprietário da embarcação e a pessoa que estaria pilotando essa embarcação sejam ouvidas", disse o delegado.
Além dos dois envolvidos, a investigação vai ouvir Kaique, que pode entrar na Justiça pelo crime de lesão corporal com agravante de fuga do local. Neste caso, a pena pode ser de seis meses a dois anos de prisão.
"Inclusive nem sabemos se ele tinha Arrais (autorização necessária, como CNH) para pilotar essa lancha".
Ainda segundo Djalma, a vítima ainda pode recorrer na esfera civil pelos prejuízos financeiros que o acidente teria o causado.
Kaique é cabeleireiro e iniciou uma vakinha virtual para levantar fundos durante o período de recuperação.
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Comentários
2 Comentários
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Xing Ling 19/02/2023W o Sr Kaique possui o arrais pra pilotar a moto aquática? Não vamos tambem defender o cidadão que provocou o acidente, mas ambos devem ter habilitação pra pilotar na água também ! -
JANAINA 19/02/2023Se vc tiver uns 15 minutos pra ficar olhando a orla da prainha de Rifaina e imediações da ponte vc vai flagrar, pelo menos, uma dezena de atitudes perigosas envolvendo essas motos aquáticas e lanchas que não respeitam nada nem ninguém naquelas águas. Quando acontece algum acidente eles até se comportam bem por uns poucos dias, mas, passado algum tempo, tudo volta ao desrespeito cotidiano. E por falar nisso, é ainda dentro do assunto desrespeito, depois que aconteceu aqueles acidentes na balsa de Delfinopolis a Marinha foi lá e disciplinou a segurança no embarque e desembarque da balsa com cordas que devem amarrar a balsa ao barranco nos momentos de embarcar e desembarcar veículos, e isso até foi feito por alguns dias depois do último acidente, mas esse procedimento não vem sendo respeitado, ou seja, é apenas uma questão de tempo para que outros acidentes graves venham se repetir.