O Pronto-socorro Municipal "Doutor Álvaro Azzuz", de Franca, registrou na manhã desta terça-feira, 14, uma grande procura por atendimento médico. O mesmo cenário foi registrado na noite de segunda-feira, 13, com fotos e vídeos circulando pelas redes sociais.
Nesta manhã, por volta de 9h, aproximadamente 90 pessoas aguardavam para serem atendidas. O tempo de espera era em torno de duas a três horas.
Com a recepção do PS lotado, não havia lugares para os pacientes se sentarem e quem chegava para ser atendido precisava aguardar em pé, até ser chamado para a triagem.
“Estou passando mal e ainda tem que esperar aqui em pé, muita dor”, relatou um idoso, que procurou o local com queixa de dores no corpo.
Já um mulher que saía do local, após atendimento, relatou que a demora era na triagem, já que no consultório com o médico estava sendo rápido.
Segundo a Prefeitura de Franca, nos últimos dias, foi registrada uma média de 1 mil atendimentos diários. Na segunda-feira, 13, o pronto-socorro prestou 1.216 atendimentos.
Já nesta terça, até as 10h30, foram atendidas 385 pessoas e a procura pelo suporte médico tem sido por conta de sintomas gripais como falta de ar, dores de garganta, no corpo, barriga e dor de cabeça.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.
Comentários
1 Comentários
-
jhow cabelo 14/02/2023na imagem em questão da pra perceber cadeira vazia, paciente sem mascara no UNICO LUGAR QUE ATENDE SINTOMA RESPIRATÓRIO NA SAUDE PUBLICA MUNICIPAL, e triagem não demora em hipótese alguma isso é choro de marmanjo mimado, se a estrutura disponivel permite apenas a quantidade de pessoas que suporta la dentro a culpa de forma alguma é de quem esta la trabalhando e sim do poder publico de só ter 1 pronto socorro pra atender a demanda populacional de uma cidade igual franca e muitas vezes cidades da região também, ou faz um jornalismo decente cobrando o poder publico para uma melhora na infraestrutura ou não publica materia jogando a culpa dos atrasos no colo de quem trabalha em uma estrutura defasada que não comporta a sua demanda exigida