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Após 7 mil casos e 15 mortes em um ano, dengue segue como ameaça em 2023

Por Heloísa Taveira | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Sampi/Franca
Divulgação/Prefeitura de Franca
Trabalho de controle de campo da Vigilância em Saúde de Franca: de olho nos criadouros do Aedes aegypti
Trabalho de controle de campo da Vigilância em Saúde de Franca: de olho nos criadouros do Aedes aegypti

O ano de 2022 foi marcado pelo grande número de casos de dengue em Franca. No total, 7.061 pessoas foram diagnosticadas com a doença ao longo de todo o ano, além de 15 mortes confirmadas pela Vigilância em Saúde.

Os dados superaram o último surto registrado na cidade, em 2019. Naquele ano, duas pessoas morreram e outras 4.011 tiveram a doença. Já nos anos de 2020 e 2021, não houve nenhum óbito, e os casos, juntos, não somaram 300.

Embora a Vigilância em Saúde de Franca informe que não há nenhum estudo científico que comprove o surto cíclico da dengue, os registros no país inteiro indicam que, a cada quatro anos, em média, há picos da doença. Isso acontece principalmente pela circulação de quatro sorotipos da doença no Brasil.

Segundo os dados atualizados, a Prefeitura confirmou, até o momento, cinco casos da doença em 2023. Com o alto volume de chuvas – mais de 400 milímetros registrados pela Defesa Civil somente em janeiro – e as altas temperaturas, o clima fica ainda mais propício para o criadouro dos mosquitos Aedes aegypti, transmissores da dengue.

Daí a importância da população colaborar, eliminando todo tudo de objeto que pode se tornar criadouro do mosquito.

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Comentários

1 Comentários

  • Darsio 25/01/2023
    De fato a situação é desesperadora e, por dois motivos: choveu muito e parcela expressiva da população é imensamente porca, ou seja, não possui o mínimo de vergonha na cara para manter o quintal limpo e ainda emporcalha ruas e terrenos com lixo. Enquanto não haver a aplicação de pesadas multas, a situação não mudará. Afinal, qualquer imbecil sabe muito bem que qualquer recentemente que acumula água pode se transformar em um criadouro do mosquito. Logo, o problema não está na falta de informação, mas de vergonha na cara.