PERIGO

Dez dias após barranco cair, Prefeitura calcula risco em área interditada no Brasilândia

Por Heloísa Taveira | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Sampi/Franca
Divulgação/Prefeitura de Franca
Desmoronamento após chuvas no Brasilândia
Desmoronamento após chuvas no Brasilândia

No dia 8 de janeiro, as fortes chuvas levaram à queda de um barranco no Jardim Brasilândia, em Franca. Com o desabamento, quatorze famílias tiveram suas casas interditadas até que a Prefeitura e a Defesa Civil dessem um parecer sobre os possíveis riscos. Dez dias depois, ainda não há respostas sobre a segurança dos imóveis.

O prefeito Alexandre Ferreira (MDB) afirmou que a assistência às pessoas desabrigadas foi oferecida. “Conversamos com as pessoas, levamos moradores para hotéis, casa de parentes, alugamos casas... Demos suporte para essas pessoas e estamos estudando junto com a Defesa Civil do Estado se o barranco tem ou não chance de cair e trazer todas as casas”, falou.

Aparecida Donizete da Silva, de 65 anos, teve que deixar sua casa, um imóvel alugado, por conta do risco de desmoronamento. A aposentada foi para a casa da filha, no mesmo bairro, assim que o barranco caiu no dia 8 de janeiro. Apesar de visitar a residência às vezes, Aparecida não fica nem dorme no local. “Está cheio de rachaduras e paredes molhadas”.

Segundo a moradora, a Prefeitura marcou uma reunião nesta quinta-feira, 19, para tratar sobre a situação das famílias e dos riscos às residências. Mesmo com o acolhimento do serviço social, nem todas as pessoas aceitaram deixar suas casas.

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