ESPERANÇA

Família de bebê com doença rara promove pedágio neste sábado na Estação

Por Hevertom Talles | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Sampi/Franca
Divulgação/Família
Beatriz Elloá da Silva Santos, de quatro meses, sofre da doença rara AME (Atrofia Muscular Espinhal)
Beatriz Elloá da Silva Santos, de quatro meses, sofre da doença rara AME (Atrofia Muscular Espinhal)

A família da pequena Beatriz Elloá da Silva Santos, de 4 meses, de Franca, que sofre da doença rara AME (Atrofia Muscular Espinhal) realizará neste sábado, 3, um pedágio na Estação.

A ação entre familiares e amigos acontece das 9h às 13h nos semáforos do bairro central de Franca e tem como objetivo levantar doações em dinheiro para ajudar a custear os tratamentos da criança.

A doença rara e degenerativa diagnosticada na criança interfere na capacidade de corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores.

Na quinta-feira da semana passada, 24, a criança conseguiu tomar a primeira dose da Spinzara – um medicamento que pode ajudar a criança não perder o movimento dos músculos e o quadro não evolir para uma situação delicada, enquanto que a dose de outro medicamento milionário, Zolgensma, de R$ 7 milhões, que interrompe a doença, não é comprado.

Segundo a mãe, Andúlia Jaqueline da Silva, de 35 anos, a previsão é que Beatriz, que está internada no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, tome na semana que vem a segunda dose da Spinzara.

“Não vi ainda nada, continua mole, não vi mudança, por isso estamos correndo contra o tempo para o medicamento Zolgensma”, disse a mãe da criança, após a dose do medicamento que apenas ajuda a interromper a doença.

No domingo, 27, a criança completou quatro meses de vida, e a família segue na esperança e lutando pela sobrevivência da bebê.

A família criou uma Vakinha on-line para levantar recursos para a compra do medicamento, que não é fornecido pelo sistema de saúde pública do país. Os interessados em ajudar podem acessar diretamente o link do site Vakinha.

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Comentários

1 Comentários

  • Maria Mauro 02/12/2022
    É um absurdo e uma desumanidade o governo não fornecer esse medicamento. Alô francanos, vamos ajudar!