O Franca Shopping e as lojas de rua anunciaram o horário especial de funcionamento durante o fim de ano. Confira como fica o abre e fecha do comércio:
Até a sexta-feira, dia 16 de dezembro, o Franca Shopping funciona de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h. Aos domingos, a praça de alimentação atende das 12h às 22h, e lojas e quiosques das 14h às 20h.
O centro de compras abre às 10h e fecha às 23h entre os dias 17 e 23 de dezembro (sábado a sexta-feira).
Na véspera de Natal, dia 24 de dezembro (sábado), o Franca Shopping atende das 9h às 18h. Já no Natal, dia 25 (domingo), as lojas e quiosques estarão fechados. Será ponto facultativo para os restaurantes da praça de alimentação, que poderão escolher se abrirão ou não durante a data.
Entre os dias 26 e 30 de dezembro (segunda-feira a sábado), o atendimento será realizado das 10h às 22 horas.
No último dia do ano, 31 de dezembro (sábado), o centro de compras funciona das 10h às 17 horas. Já no 1° dia de 2023, o shopping estará fechado. A exceção será a praça de alimentação, que assim como na véspera de Natal, os restaurantes terão abertura facultativa.
A partir do dia 2 de janeiro (segunda-feira), o atendimento retorna ao horário normal de funcionamento.
Comércio de rua
As lojas associadas a Acif (Associação do Comércio e Indústria de Franca) terão horário especial a partir de segunda-feira, dia 5 de dezembro. De segunda-feira a sexta-feira, o comércio atenderá das 9h às 22h. Aos sábados, das 9h às 18h, e aos domingos, das 10h às 16h.
Na véspera do Natal, as lojas abrem às 9h e fecham às 18h. Já no domingo de Natal, tudo fechado.
Entre os dias 26 e 30 de dezembro, o comércio funciona das 9h às 18h.
Na véspera de Ano Novo, dia 31, o atendimento acontece das 9h às 15h. No dia 1° de janeiro, tudo fechado. No dia 2, reabre das 9h às 18h.
Confira o calendário
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Comentários
1 Comentários
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Darsio 26/11/2022Legal! Mas, falta um pequeno detalhe, ou seja, dinheiro os bolsos das pessoas. Afinal, defende-se um sistema que sugue até a última gota de sangue do trabalhador em troca de um prato de ração. E, na maior cara de pau o sistema ainda deseja que o trabalhador compre os seus produtos?