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Professores da Industrial negam perseguição e assédio moral: “Acusações mentirosas”

Por Kaique Castro | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Arquivo/GCN
Etec (Escola Técnica) 'Dr. Júlio Cardoso', a Industrial, em Franca: polêmica entre professores e alunos
Etec (Escola Técnica) 'Dr. Júlio Cardoso', a Industrial, em Franca: polêmica entre professores e alunos

Depois que os alunos da Etec (Escola Técnica) "Dr. Júlio Cardoso", a Industrial, em Franca, denunciaram casos de perseguição e assédio moral por parte da diretoria da instituição, os professores emitiram uma "nota de repúdio" para negar as denúncias.

Segundo os denunciantes, as divergências com a diretoria da unidade escolar começaram quando foi feito um abaixo-assinado reivindicando novos micro-ondas para os alunos. A partir daí, os alunos teriam começado a sofrer retaliações, segundo disseram representantes da Federação Nacional de Estudantes em Ensino Técnico (Fenet).

Após a divulgação das denúncias, os professores se manifestaram por meio da nota negando qualquer retaliação.

“Tais acusações não procedem, são mentirosas, atingem diretamente o corpo docente desta instituição, os alunos, ex-alunos e maculam a imagem de uma escola de 98 anos que sempre se destacou na formação de seus alunos”, afirma a nota.

Os professores também negam que qualquer aluno teria sofrido “perseguições, abusos e violências morais e psicológicas”.

“Tanto direção, coordenação, professores e demais funcionários sempre estão abertos ao diálogo, buscam uma relação amistosa e de respeito com toda a comunidade escolar”, diz ainda a nota.

Os professores encerram reiterando o compromisso na formação dos alunos, “visando à construção da cidadania, da ética, do respeito mútuo e da responsabilidade social”.

Leia mais para entender a denúncia
Estudantes da Industrial denunciam perseguição e assédio moral dentro da escola

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Comentários

4 Comentários

  • Carlos (correção do texto) 26/11/2022
    Eu estudei e fui professor por um curto período na Industrial. O Prof. Minoro era meu diretor quando aluno. Ninguém reclamava de nada, da comida, do alojamento para os estudantes de fora. O nosso negócio era estudar para que no final do curso, fossemos escolhidos por empresas que visitavam a escola para iniciarmos a vida profissional como estagiários.
  • Carlos 25/11/2022
    Eu estudei e fui professor por um curto período na Industrial. O Prof. Minoro meu diretor quando era aluno. Ninguém reclama de nada, da comida do alojamento para os estudantes de fora. O nosso negócio era estudar para que no final do curso, fossemos escolhidos por empresas que visitavam a escola.
  • Anonimous 24/11/2022
    Acredito em vocÊs , infelizmente muitos jovens são influenciados por estórias de zap que não conhecem, eles acusam, incriminam, porém qualquer resposta os faz serem inocentes cidadãos ofendidos, triste época vive o país, se minha família e eu não acreditasse em Deuse que tudo vai melhorar, mudava para Seatle para morar com meu filho...mas com o L quem sabe ainda dá liga né, caso contrário \" Seatle wait for me
  • Gislaine 24/11/2022
    Não sei se procede ou não a denúncia, o que quero falar é que, mesmo eu não estudando mais na escola, ela sempre me acolheu, eu esquentava minha comida, em 2006. Então a escola tem carinho pelos alunos e tenho gratidão pela escola. Nem sempre denúncias são verdadeiras, às vezes o que falta hoje em dia é diálogo e entendimento e aceitação quando o NÃO é proferido.