CLIMA NA COPA

Torcedores francanos procuram mais camisas da seleção e menos cornetas e bandeiras

Por Gabriel Garcia | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Gabriel Garcia/GCN
Barraquinhas ao lado do Banco Itaú, no Centro de Franca
Barraquinhas ao lado do Banco Itaú, no Centro de Franca

No centro de Franca, em pesquisa realizada pela reportagem, os vendedores afirmam que em relação aos artigos para a Copa do Mundo a grande procura dos consumidores não é por itens como cornetas e bandeiras, mas pela camisa da seleção.

Daniel Souza, paraibano que está em Franca há 7 anos trabalhando como vendedor ambulante, conta que está com o estoque virado para o evento da Copa há um mês. “Estou vendendo principalmente camisetas. Em dia bom, consigo vender umas 20, agora com o jogo do Brasil chegando, o movimento aumenta”, relata.

As camisas no centro da cidade podem ser achadas nas mais diversas formas e valores, sendo a mais barata encontrada por R$ 25 reais, enquanto a mais cara estava na casa dos R$ 60 em barracas de vendedores ambulantes.

Em lojas de artigos como bandeiras, cornetas e outros itens, os interessados ainda são poucos. Lojistas que não quiseram se identificar explicam que a procura por bandeiras do Brasil e outros artigos foi maior na época das eleições.

As lojas do centro da cidade variam pouco o valor destes produtos. As bandeiras em média estão por R$ 15 a R$ 30 dependendo do valor, enquanto as cornetas podem ser encontradas por R$ 20.

Pesquisa da Acif
Ao menos 100 mil pessoas vão passar pelos pontos de comércio da cidade e injetar R$ 37 milhões na economia de Franca até o final da primeira fase da Copa, segundo pesquisa do Instituto de Economia da Acif (Associação do Comércio e Indústria de Franca).

A primeira fase dos jogos se encerra no dia 2 de dezembro, e até lá a pesquisa diz que o francano tem a intenção de gastar com foco principalmente em bebidas e carnes durante as datas dos jogos.

De acordo com a pesquisa da Acif, a liderança das intenções de compra é de artigos de churrasco, com 85%, seguidos de bebidas alcoólicas, 60%, e não alcoólicas, 47,5%. Outros itens como enfeites, eletrônicos e afins, não passam de 15% na intenção de compra.

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