Um mês após operação, farmácias seguem fechadas e empresário está solto

Por Hevertom Talles | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Hevertom Talles/GCN
Duas, das setes, unidades localizadas na avenida Presidente Vargas com as portas fechadas
Duas, das setes, unidades localizadas na avenida Presidente Vargas com as portas fechadas

A operação Guelta, do Gaeco (Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público e da Sefaz-SP (Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo), que prendeu o empresário francano Leandro Ferreira Rodrigues e fechou a sua rede de drogarias, no dia 19 de outubro, completou um mês nesse sabádo, dia 19 de novembro.

Nesses 30 dias corridos desde a operação, houve alguns desdobramentos do caso, entre eles, é que o empresário que foi preso em flagrante por tráfico de drogas por manter medicamentos de uso controlado sem procendência de origem, o que configura tráfico de entorpecentes, não está mais preso.

Leandro, responsavél pelas sete unidades instaladas em Franca, foi solto há alguns dias por ser réu primário, mediante a determinação de medidas cautelares. Não foram divulgados os detalhes da soltura e quais seriam tais medidas.

Já as farmácias seguem com as portas fechadas ao público. Segundo a Vigilância Sanitária, há ainda documentos a serem regularizados, que impedem a liberação dos autos de infração que foram impostos, além de definições do Ministerio Público.


Relembre o caso
O empresário de Franca responsável pela rede de drogarias vinha sendo investigado por crimes como sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e receptação.

Durante a operação, foram encontrados mais de R$ 100 mil em dinheiro vivo na casa do empresário

Os estabelecimentos estariam comprando e vendendo remédios sem nota fiscal, levando à sonegação de mais de R$ 17 milhões, segundo o MP. Os promotores afirmaram que foram encontrados remédios controlados de tarja preta e outros adquiridos sem nota fiscal, com origem desconhecida, o que dificulta o controle sobre a posterior revenda dos produtos. O crime é considerado grave.

Na ocasião, o empresário foi preso em flagrante por tráfico de drogas por manter medicamentos armazenados sem procedência de origem. Essas drogas são controladas rigorosamente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e são consideradas entorpecentes.

As sete unidades da farmácia, além de uma outra que estava sendo preparada para abrir, alvo da operação Guelta, foram fechadas, após a interdição da Vigilância Sanitária.

A operação Guelta foi realizada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e contou com apoio da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado, além da Polícia Militar e Vigilância Sanitária.

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Comentários

12 Comentários

  • João 21/11/2022
    Explica bem o Bolsonaro ter ganho em Franca. O povinho BURRO. KKKKKKKKK
  • Darsio 21/11/2022
    Debaixo desse angu tem muito mais carne. É mais fácil ganhar na Mega-Sena da virada, sozinho e com uma única aposta, do que encontrar um empresário que não sonega. Afinal, por qual motivo o empresariado está tão inconformado com a derrota do GENOCIDA? Guedão havia-lhes prometido uma reforma tributária para lhes isentar da cobrança de impostos, assim como uma reforma trabalhista para eliminar os direitos trabalhistas que ainda restam.
  • Carla Oliveira 21/11/2022
    Não encontro meu remédio no preço que encontrava lá. Franca clama a volta de uma farmácia com preço justo
  • Ana Banana 21/11/2022
    John Sens povo louco nada.. o presidente eleito é maior ladrão da história e vocês babando ovo!!! Vai dizer que você declara fidedignamente seu IR hahaha tá de sacanagem, isso também é sonegação! Até pq se você visse o mesmo remédio em farmácia x e Y com 15,00 de desconto você com certeza iria na mais barata, assim como você faz no supermercado. E se pegarem cerveja sem nota no supermercado e for mais barata que nos outros, você COM CERTEZA continuará comprando. Não seja hipócrita! TEM 30 FUNCIONÁRIOS SEM TRABALHO QUE DEPENDEM DO SEU SUSTENTO! O QUE FALTA PRA REGULARIZAREM? DEIXA O POVO TRABALHAR!!!
  • jorge 21/11/2022
    o maior ladrão do brasil esta solto,é só este rapaz entrar na politica que sera eleito
    • Darsio 21/11/2022
      É verdade! Nesse momento esse enorme ladrão está a cerca de quatro semanas sem trabalhar, se é que ele realmente já trabalhou na vida. Desde que a maioria da população disse não ao seu desgoverno, ele simplesmente desapareceu como se fosse uma criança mimada. Ele deve estar pensando de onde tirará mais dinheiro de rachadinhas para comprar outros trocentos imóveis com dinheiro vivo ou ajudar os seus filhos a comprar novas mansões.
  • Lbp 21/11/2022
    Mas será que os remédios realmente faziam o efeito desejado, não adianta ser barato e não fazer efeito....o barato sai caro
  • Dory Edson 21/11/2022
    O que falta, para as farmácias serem liberadas para a atividade comercial? Se houve infração fiscal, que seja lavrado o auto de infração, mas que libere os estabelecimentos para a atividade comercial. Será, que o poder público, não está pensando nos funcionários envolvidos e no atendimento da população? Afinal, se ele não mantinha corretamente o controle de medicamentos controlados, basta autuar e é vida que segue. Agora, manter o estabelecimento fechado, dá a entender de perseguição.
  • John sens 21/11/2022
    Trabalhar? Povo ignorante é bandido tem q ser preso remédio falsificado povo burro quem trabalha é honesto quem faz essas merdas é bandido
  • Norival 21/11/2022
    É assim nosso Brasil enquanto uns querem bem a população vem e prende o outro ladrão de bilhões tá solta e quer ser presidente do país. É uma piada mesmo
  • Ana Banana 20/11/2022
    Deixa o homem trabalhar, pelo menos o povo comprava remédio barato!
  • Nilton Antônio Gomes 20/11/2022
    Pessoal dos órgãos fiscalizadores já fizeram seu trabalho, agora deixa o rapaz trabalhar, muitos funcionários sem trabalhar e quem tá perdendo é o povo, pq essa rede de farmácia realmente vende remédio a preços populares, enquanto as que vendem remédio a preços absurdos estão aí abertas.
  • Karla 20/11/2022
    Abuso de autoridade e perseguição