Foi preso no final da manhã desta quarta-feira, 19, o empresário de Franca responsável por uma rede de drogarias, que vinha sendo investigado por fraude em farmácias na cidade. O empresário foi levado para a cadeia pública do Jardim Guanabara, em Franca.
A operação Guelta aconteceu nas primeiras horas desta quarta-feira pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e contou com apoio da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado, além da Polícia Militar e Vigilância Sanitária.
Segundo o Promotor do Ministério Público Rafael Piola, que comanda as investigações, diversas irregularidades foram encontradas nas lojas da rede de drogarias averiguadas, além de diversos medicamentos apreendidos pela Vigilância Sanitária.
Os estabelecimentos estariam comprando e vendendo remédios sem nota fiscal, levando à sonegação de mais de R$ 17 milhões. Foram encontrados remédios controlados de tarja preta e outros adquiridos sem nota fiscal, com origem desconhecida, o que dificulta o controle sobre a posterior revenda dos produtos. O crime é considerado grave.
O empresário foi preso em flagrante por tráfico de drogas por manter medicamentos armazenados sem procedência de origem. Essas drogas são controladas rigorosamente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e são consideradas entorpecentes. Ele também está sendo investigado por crimes financeiros como sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e receptação.
O promotor Rafael Piola sinaliza que as condutas do empresário são muito graves: “Nós não identificamos uma procedência de tudo o que foi localizado. Existem diversos medicamentos ali que são controlados, medicamentos sensíveis, que as pessoas só podem utilizar mediante receituário medico, e sequer ele tinha nota fiscal disso", disse Piola. "A gente não sabe a procedência, se são falsificados ou originais, e pode trazer uma série de riscos para as pessoas”, concluiu.
Os medicamentos foram recolhidos de todas as unidades da rede, pois ele não conseguiu apresentar a origem. As investigações continuam e vão tentar identificar de onde o empresário adquiriu os medicamentos, e se são fruto de carga roubada ou aquisição vindo do Paraguai.
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Comentários
5 Comentários
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MAURICIO FICO 20/10/2022cade o nome do cidadão,é por isso que a bandidagem aumenta,fazem os rolos são presos,e ainda escondem o nome dos envolvidos,depois é vida que seque. -
DG 20/10/2022Engraçado, quando a pessoa é da elite, mesmo em grave flagrante ele não é nominado \"BANDIDO\", ele continua a ser tratado pela imprensa como empresário. Hilário isto! -
Alex 20/10/2022Este empresário deve ser verdinho por fora e vermelhinho por dentro. KKKKKKKKKKKK -
Aluno triste 20/10/2022Nao julgue! Vc nao sabe! Nao faça comentarios de repudio vc é um PROFESSOR! Assim é feio o exemplo! -
PROFESSOR 19/10/2022DEIXE ME ADIVINHAR. CIDADÃO DE BEM, FAMILIA, CRISTÃO E AQUELA BABOSEIRA TODA DE BOLSOMINION.-
Rodolfo 20/10/2022I que tem uma coisa a ver com a outra a polícia cumpriu seu papel,o cidadão cometeu crime vai pagar. É por este motivo que não podemos pedir o fim da polícia militar e nem achar que é uma delícia dar o .. Você é um idiota mesmo o babaca. -
Igor 20/10/2022E o que isso tem a ver com a matéria, seu idiota?
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