O Dia de Nossa Senhora Aparecida, comemorado nesta quarta-feira, 12, alterou o ritmo da cidade e juntou grande parte dos francanos para a programação do feriado em igrejas como a Paróquia Nossa Senhora da Aparecida.
A missa campal aconteceu às 9h e se encerrou às 10h. A aglomeração de fiéis começou antes do horário, ganhando cada vez mais pessoas no entorno, para participar e ouvir a pregação.
A quantidade de pessoas que o evento religioso atraiu era perceptível ao se chegar de carro nos arredores da Paróquia, onde quase não havia vagas para estacionar até mesmo motos.
Esta quarta-feira é o último dia da Festa de Nossa Senhora da Aparecida (Festap), realizada pela Paróquia da Capelinha, a partir das 19h. A festa conta com várias atrações, além de barracas típicas do festejo, como bebidas e fogazza.
Confira a programação religiosa em Franca na Paróquia “Nossa Senhora Aparecida” – Capelinha, Santuário Diocesano de Santo Antônio e Catedral da Imaculada Conceição:
Capelinha
Às 5 horas: Missa da Alvorada
Às 5h30: Terço da Aurora
Às 7 horas: Missa no salão “Nossa Senhora Aparecida”
Às 9 horas: Missa na praça em frente
Às 10 horas: Cavalgada junto a missa
ÀS 12 horas: Ângelus
Às 15h30: Terço no salão “Nossa Senhora Aparecida”
Às 16h30: Procissão
Às 19 horas: Festap (Festa de Nossa Senhora da Aparecida) na Paróquia da Capelinha
Santo Antônio
Às 7 horas: Missa Solene
Às 9h30: Missa Solene
Às 11 horas: Missa Solene
Às 19 horas: Missa Solene
Catedral
Às 8 horas: Missa Solene
Às 10 horas: Missa Solene
Às 19 horas: Missa Solene
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Comentários
2 Comentários
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LILS 13/10/2022Essa cavalgada não tem nada de Deus e religião. Repensem por favor... -
FFerraro 13/10/2022Muito triste presenciar nessa festa linda da nossa Padroeira, as senas que se presenciou ali. Jovens que mancharam a imagem da festa com sua falta de noção. Não vamos chama-los de devotos, pois um devoto de N. Senhora não vai ali para beber e fazer baderna, aquilo não era uma festa de peão, era uma festa da N. Senhora. Não podemos chama-los de cavaleiros também, um cavaleiro gosta e respeita seu animal, mas o que presenciei em abundância naquele local foi absurdos mal tratos a aqueles animais, pura crueldade, pacível de punicão penal. Até tentei acionar os orgãos copetentes, porém estes não estavam trabalhando no feriado, a policia militar estava no local, mas pelo visto não tomaram nenhuma atitude. Mas foi revoltante assistir aqueles animais ficando horas sem água num sol escaldante, enquantos seus cavaleiros se emriagavam tomando uma gelada, não tinham o m´ínimo cuidado de desapertar as barrigueiras de suas selas, enquanto deixavam o animal esperando por tanto tempo. Presenciei um muleque que corria de um lado para o outro em um cavalo que estava pele e osso, batendo dele o tempo todo, e esse animal sangrava pela narina. Senas de garotos e garotas galopando com esses animais eram por todo lado, ai se via que não são cavalaleiros são um bando de Jacú, pois um cavaleiro sabe que o casco desses animais com ferradura ou não não se pode galopar no asfalto onde o animal escorrega e pode se fraturar. Lamentável. Que os orgãos de proteção aos animais se programem para o ano que vem.