ELEIÇÕES

Mais de mil judeus declaram apoio à chapa Lula-Alckmin em novo manifesto

Por Mônica Bergamo | Da Folhapress
| Tempo de leitura: 2 min
Facebook
Mais de mil judeus declaram apoio à chapa Lula-Alckmin em novo manifesto
Mais de mil judeus declaram apoio à chapa Lula-Alckmin em novo manifesto

O grupo Judias e Judeus pela Democracia de SP deve lançar nesta quarta-feira (21) um manifesto em apoio à chapa Lula-Alckmin nas eleições deste ano. O documento já tem mais de mil assinaturas.

Entre os signatários estão os professores da USP André Singer e Raquel Rolnik, a escritora Tatiana Salem Levy, o diretor artístico Arthur Nestrovski, a historiadora Lilia Moritz Schwarcz, o editor Luiz Schwarcz, o vereador Daniel Annenberg (PSB) e o ex-deputado Floriano Pesaro.

Ainda endossam a carta o médico Daniel Klotzel, a antropóloga Betty Mindlin, o advogado e diretor da Open Society Foundations para a América Latina e o Caribe, Pedro Abramovay, e o idealizador do Fórum Social Mundial, Oded Grajew.

O documento descreve o governo de Jair Bolsonaro (PL) como "um projeto de morte, escassez, violência, ódio e autoritarismo, de um presidente que abriu mão de governar o país e se dedica a atiçar os piores sentimentos sociais".

O grupo diz ainda que a candidatura do ex-presidente Lula (PT) "propõe uma política alinhada à justiça social e à garantia do Estado democrático de Direitos e da vida".

"Sabemos que quando o projeto político é o ódio, o passo seguinte é o extermínio simbólico e físico. Testemunhamos isso em diferentes momentos da história e sabemos as consequências da omissão, de falsas equivalências e da desresponsabilização diante da destruição das minorias políticas e religiosas e dos mais vulneráveis", segue o texto.

O manifesto é mais um movimento de parte da comunidade judaica em apoio ao petista. Em julho deste ano, um grupo composto por intelectuais, políticos e advogados lançou um manifesto suprapartidário intitulado "Judeus e judias com Lula e Alckmin".

Alguns nomes como Rolink e Singer assinam os dois documentos. Na época, o movimento causou incômodo na gestão da Confederação Israelita do Brasil (Conib).

Como mostrou a coluna Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, o presidente da Conib, Claudio Lottenberg, discordou da carta, embora já esperasse por "movimentos dessa natureza".

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

2 Comentários

  • Antonio 20/09/2022
    Manda os judeus do mundo inteiro apoiar que ainda não ganha RSsss
  • Luiz Antonio 20/09/2022
    para um pais que tem aproximadamente 120.000 judeus... 1000 nao chega a 1% kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk BOLSONARO 22