O retorno do presidente Jair Bolsonaro (PL) a Juiz de Fora (MG) nesta terça-feira, 16, local onde levou uma facada há quatro anos, terá cuidados com sua segurança mas, de acordo com organizadores do ato, nada fora do protocolo padrão adotado nas viagens presidenciais.
Ao contrário de 2018, Bolsonaro não estará no chão, ao lado de apoiadores e, sim, em um carro de som, o que reduz o contato com eleitores e, também, os riscos de um novo atentado. Será feita ainda uma varredura nos edifícios ao redor do local para evitar a possibilidade de atiradores nas janelas.
Como de praxe, o GSI (Gabinete de Segurança Institucional) tem feito o monitoramento de grupos mais radicais, inclusive em redes sociais. Segundo auxiliares de Bolsonaro, nenhum risco adicional foi identificado.
O presidente da República escolheu dar o pontapé inicial da campanha onde levou a facada como um símbolo de renascimento. Além disso, Minas Gerais é considerado um estado estratégico, por representar um grande colégio eleitoral e, segundo seus estrategistas, ter um percentual razoável do eleitorado que chamam de "bolsonarista arrependido", o qual a campanha pretende resgatar.
O presidente (PL) dará início oficial à campanha pela reeleição nesta terça-feira (16) com sua equipe se dizendo otimista com a expectativa de colher impacto eleitoral com a melhora de indicadores econômicos e o pagamento de benefícios sociais recém-aprovados.
Na primeira etapa da campanha, a estratégia será intensificar agendas nos estados do Sudeste, para buscar consolidar seu desempenho nos maiores colégios eleitorais do país, e tentar reverter a rejeição entre jovens e mulheres.
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Comentários
2 Comentários
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Belchior De Melo Santos 16/08/2022meu período de criança para jovem foi nessa escola,10 anos estudando na mesma! sentirei saudades Nadeide Scarabucci! que venha outra escola, mais moderna para ajudar na alfabetização de crianças e adolescentes! -
Alexandre Cesar Lima Diniz 15/08/2022Na epoca do Gilmar nós construíamos escolas, não as derrubávamos, por isso talvez naquela época não haviam tantos moradores de rua, tantos viciados e tantos crimes em Franca.