FORA DA LEI

Mais da metade das vans escolares de Franca está sem alvará para circular

Por Ingrid Silva | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Arquivo/GCN
Prazo para regularização do alvará de vans escolares terminou dia 31 de julho
Prazo para regularização do alvará de vans escolares terminou dia 31 de julho

Mais da metade dos “vanzeiros” de Franca se encontra em situação irregular para o exercício do transporte escolar. Dos 145 cadastrados, apenas 43% estão em situação regular, ou seja, menos da metade renovou os alvarás neste semestre.

O prazo limite para a regularização foi encerrado dia 31 de julho. Desde esse dia, parte das vans que circulam na cidade está em condições irregulares, e seus donos sujeitos a punições, que variam de multa de R$ 143,93 para a primeira infração, com aumento em caso de reincidência, além do recolhimento do veículo.

Ronald de Souza, vice-presidente da ATEF (Associação do Transporte Escolar de Franca) argumenta que houve uma queda de 30% na circulação de vans na cidade, e que muitas delas estão paradas sem alvarás. “Pessoas que trabalhavam com transporte escolar trocaram de trabalho na época da pandemia, ficaram inseguras e não querem trocar o certo pelo duvidoso”.

Ronald diz ainda que este ano de 2022 é o ano do acerto, e espera que o ano que vem seja melhor, um ano mais estável para os “vanzeiros”. A renovação do alvará é realizada de seis em seis meses. Segundo a Secretaria de Segurança, vans e micro-ônibus que estiverem em situação de irregularidade decorridos 12 meses terão a permissão cassada.

Flagrantes
A Guarda Civil Municipal de Franca é responsável pela fiscalização dos veículos irregulares. Nesta quarta-feira, 3, foram identificados dois veículos em condições irregulares próximos à Escola Caetano Petráglia, na Cidade Nova. Ambos foram recolhidos, e os responsáveis autuados.

Para a renovação dos alvarás são estabelecidas algumas pré-condições, que vão desde a vistoria geral do veículo utilizado, ano de fabricação, conservação, estado geral, de modo a oferecer segurança a quem é transportado, além de cópias da CNH, certidão de distribuição criminal no TJ/SP e autorização de transporte fornecida pelo Detran, que devem ser protocolados na Central de Atendimento da Prefeitura para análise.

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