REPERCUSSÃO

Presidente do PT Franca e vereador pregam paz nas eleições deste ano

Por N. Fradique | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
N. Fradique/GCN
Gilson Pelizaro e Giovani Dominicci, no plenário da Câmara nesta terça-feira
Gilson Pelizaro e Giovani Dominicci, no plenário da Câmara nesta terça-feira

Membros do diretório municipal do PT (Partido dos Trabalhadores) estiveram na sessão da Câmara Municipal de Franca, nesta terça-feira, 12, para repudiar o assassinato do militante petista Marcelo Arruda. O ato de violência foi registrado na noite do último sábado, em Foz do Iguaçu, no Paraná.

A repercussão foi grande, já que o assassinato teria motivação política. Marcelo foi morto a tiros pelo bolsonarista Jorge José da Rocha Guaranho, que invadiu uma festa de aniversário que tinha como tema o PT e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pré-candidato à presidência da República.

Giovani Dominicci, presidente do PT Franca, disse que o assassinato aconteceu porque o presidente Jair Bolsonaro (PL) sempre pregou o ódio. “Não podemos esquecer que na campanha eleitoral de 2018, Bolsonaro estava num ato, e ele segurou um tripé de filmagem como se fosse uma metralhadora e disse: 'Vamos metralhar a petezada'. Isso tudo vai criando esse clima de ódio no Brasil”, disse.

O presidente municipal do Partido dos Trabalhadores destacou que o PT planeja realizar um movimento pregando a paz nas eleições deste ano. “Nós repudiamos esse tipo de atitude. O PT está fazendo um movimento no Brasil inteiro e o nosso objetivo nessas eleições é paz. Nós não vamos entrar em provocação, porque nós sabemos que a intenção é intimidar a nossa militância."

"Mas nós vamos estar de cabeça erguida como a gente sempre esteve. Nós vamos pregar a paz, porque nós defendemos a democracia. Estamos pensando em fazer um movimento aqui na cidade também em favor da paz nas eleições”, completou Giovani, que estava no plenário da Câmara acompanhado por Paulo Afonso, ex-vereador em Franca e membro do PT.

O vereador Gilson Pelizaro usou a Tribuna em nome do partido. “Onde já se viu, num aniversário sendo comemorado de forma temática, que a pessoa é um militante político e é um direito democrático dele manifestar aquilo que pensa, e foi tombado de forma violenta, ignorante que nós não podemos aceitar esse tipo de intolerância”, disse Pelizaro.

O parlamentar finalizou dizendo que as pessoas precisam valorizar a diferença política. “Viva a diferença na política. Viva a alternância de poder. Viva a democracia”.

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