PROPOSTA

Alexandre quer trocar prédio do 'esqueleto' por creches ou unidades de saúde

Por N. Fradique | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Arquivo/GCN
Prédio do 'esqueleto' foi repassado ao município em 2017 pelo Estado
Prédio do 'esqueleto' foi repassado ao município em 2017 pelo Estado

O prefeito Alexandre Ferreira (MDB) prepara processo para dar uma utilidade ao prédio do ‘esqueleto’. Alexandre quer trocar o prédio inacabado pertencente ao município com a iniciativa privada. A preferência seria investir o valor do imóvel em construção de novas creches e unidades de saúde na cidade.

O Chefe do Executivo disse que o ‘esqueleto’ é um cartão postal ruim para a cidade. “Aquilo é um cartão postal invertido para a cidade. É ruim, fora os acontecimentos por lá como consumo de droga. Então a gente mudando aquilo, a gente vai mudar a cara daquela região, com aquele prédio ficando pronto, ficando bonito, com um prédio de escritórios, empresas, incubadoras, para o que for a destinação dele. O fato é que a gente precisa resolver”, disse o prefeito, na última sexta-feira, 20.

Alexandre lembrou que a Prefeitura fez um estudo técnico recentemente apontando que a estrutura da obra não está comprometida, podendo ser concluída.

“A ideia é fazer um processo para que a gente possa ‘trocar’ aquele prédio por duas, três unidades básicas de saúde. Duas ou três creches, por exemplo. Quem ficar com o prédio, eu (Prefeitura) dou o terreno e ele constrói. É fazer aquele prédio ser transformado em outros, descentralizados, perto das pessoas, que não vão precisar ter maiores gastos. É fazer aquele prédio criar serviços oferecidos para as pessoas dos bairros”, disse o prefeito sem citar quanto custaria o prédio inacabado.

O prédio do "esqueleto", localizado na rotatória da avenida Adhemar Polo Filho, no Jardim Lima, foi repassado ao município em 2017 pelo Estado com a obra inacabada. Anteriormente, o terreno era do município e foi doado em 1980 ao Governo do Estado para a instalação de uma unidade da Secretaria da Fazenda. Em 2006, com parte da estrutura pronta, o imóvel foi repassado para o Tribunal Regional Federal para a instalação da sede da Justiça Federal. Há cinco anos, a obra foi devolvida ao município.

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