Um grupo de servidores públicos municipais voltou à Câmara na sessão desta terça-feira, 17, para pedir que os vereadores votem contra o projeto do prefeito Alexandre Ferreira (MDB), sobre a terceirização dos serviços de limpeza nas unidades de Saúde da cidade.
O projeto havia sido adiado por uma sessão para que o prefeito pudesse explicar como seria a terceirização e para onde os funcionários seriam transferidos. Mas Alexandre não participou da reunião marcada para a última quarta-feira, ocorrida no setor de Recursos Humanos da Prefeitura.
O advogado dos servidores, Márcio de Freitas Cunha, usou a Tribuna informando que acionou a Justiça de Trabalho. “O juiz do Trabalho já exigiu 10 dias para que a Prefeitura explique qual a forma que está sendo feita essa terceirização. Podendo, sim, fazer um projeto novo, mais adequado, que é nosso pleito. Os servidores não querem horas extras, eles querem trabalhar com dignidade dentro de um órgão respeitando a legalidade”, disse.
A Prefeitura informa que serão investidos R$ 3,2 milhões com a terceirização neste ano.
A votação dos projetos acontece no período da tarde desta terça-feira.
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