Foi prestada, há poucos dias, uma justíssima homenagem ao ex-jogador e técnico do basquetebol Hélio Rubens Garcia, eternizando a camiseta número 8, que ele sempre usou, tanto no time francano, como na Seleção Brasileira.
Os mais jovens se lembram dele na quadra, mas é importante também contar, para os que pensam ter sido apenas isso, que o Hélio só não foi um famoso jogador profissional de futebol porque decidiu ouvir os conselhos de sua mãe, dona Domingas, e do seu (e nosso) mestre, o professor Pedro Morila Fuentes, o Pedroca, e resolveu ficar no basquetebol.
E mais: foi brilhante jogador de futsal (futebol de salão), pingue-pongue e tudo o que decidia praticar. Não se pode esquecer o quanto também seu pai, Chico Cachoeira, foi importante na educação dele e dos irmãos, Totô e Fransérgio, que também foram brilhantes atletas, começando a treinar arremessos numa tabela instalada no quintal da casa em que moravam, na rua Júlio Cardoso.
Por esses e tantos outros motivos, podemos afirmar que o Hélio Rubens foi o mais completo jogador que Franca conheceu. Tivemos outros, mas ele foi o mais completo.
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