Morreu o alfaiate Agostinho Alves de Andrade, aos 95 anos, vítima de câncer, nesta sexta-feira, 8. Agostinho foi diagnosticado com a doença há quatro anos atrás e faleceu em sua casa após uma piora em seu quadro.
Natural de Franca, Agostinho sempre trabalhou como alfaiate no Centro, onde criou seus filhos e os ensinou este ofício. “Meu pai nos criou na agulha. Nos ensinou a fazer costura, roupas e mais roupas. Depois também teve um açougue na rua Dr. Júlio Cardoso por um período, mas sempre mantendo a alfaiataria”, explica padre Ovídio, filho de Agostinho.
“Era um homem muito alegre, ativo, presente, festiva, gostava de dançar, participava e tinha uma vida social ativa. Ele sempre foi um homem muito social e especial. Nós fomos educados na fé por ele e por minha falecida mãe”, relembra Ovídio sobre seu pai. Agostinho atualmente era divorciado. Ele deixa seis filhos.
Além de alegre, Agostinho também foi um pai muito presente na vida de seus filhos e querido por muitos. “Foi um grande pai, homem, marido e irmão. Um homem muito presente e querido por muita gente. Até pouco antes da pandemia gostava de encontrar com seus amigos na Praça Barão. Ele nos deu uma boa formação, educação, todos os filhos que ele foi como um grande pai mesmo, estava sempre junto conosco. É tanta coisa para falar sobre ele, só tenho orgulho do pai que tive”, conta Padre Ovídio.
O velório de Agostinho acontecerá das 11h às 15h deste sábado, 9, na Matriz Sagrado Coração de Jesus, na rua Gilberto de Aguilar, 771, no Jardim Paulistano.
Uma missa de corpo presente será realizada com o bispo Dom Paulo Roberto Beloto as 13h30. Logo após a missa, um cortejo será realizado para o sepultamento no Cemitério da Saudade.
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