ELEIÇÕES

Estrategistas de Bolsonaro dizem que corrupção deve ser o foco de ataques a Lula

Por Fábio Zanini | da Folhapress
| Tempo de leitura: 1 min
Ricardo Stuckert
Pontos mais vulneráveis do presidente identificados pela equipe são a inflação alta e as ações desastradas na pandemia, como chamá-la de 'gripezinha'
Pontos mais vulneráveis do presidente identificados pela equipe são a inflação alta e as ações desastradas na pandemia, como chamá-la de 'gripezinha'

Estrategistas da campanha de Jair Bolsonaro (PL) entendem que o tema principal do presidente deve ser a crítica a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo prisma da corrupção.

A ideia é usar o mote de que "o outro lado [Lula] é ladrão", pois o eleitorado ainda associaria o petista a casos como mensalão, petrolão, tríplex e sítio de Atibaia.

"É só relembrar os 14 anos do PT na gestão federal", diz Fabio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação da Presidência, que tem participado das discussões.

Em um segundo plano da campanha do presidente entram as críticas à política econômica de Dilma Rousseff (PT), ao apoio a ditaduras de esquerda e temas da agenda comportamental, como aborto, família e identidade de gênero.

Os pontos mais vulneráveis do presidente identificados pela equipe são a inflação alta e as ações desastradas na pandemia, como chamá-la de gripezinha e defender remédios sem eficácia.

No primeiro caso, o discurso é de que o problema é global e passageiro. No segundo, o de que o governo comprou vacinas e foi mudando sua avaliação conforme a Covid-19 evoluía.

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