O sujeito teve quatro filhos, três muito bonitos, fortes, saudáveis e um, o caçula, que se chamava Joãozinho, era fraquinho, mirrado e todo desajeitado. Por isso, durante toda a vida, ele “desconfiou” da esposa, mas nunca teve coragem de tocar no assunto.
Um dia, já idoso e doente no leito de morte, não resistiu e falou:
- Querida, eu sempre quis te perguntar: o Joãozinho é realmente meu filho?
- O que é isso, “home”?
- Eu só queria saber... se não for, não tem importância, eu te perdoo.
- Ora, querido, juro que você é o pai do Joãozinho, juro por tudo o que é mais sagrado.
- Obrigado, querida, que bom ouvir isso.
Em seguida, ele deu o último suspiro e partiu.
E a esposa, aliviada:
- Ainda bem que ele não perguntou dos outros três...
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