Enquanto as imagens de segurança que flagraram a confusão no Varejão Irmãos Patrocínio no último sábado, 5, não são divulgadas, surgem novas versões sobre o caso.
Lelê Nakao entrou no estabelecimento sem máscara de proteção contra a Covid-19 e a atitude gerou revolta entre os clientes, entre eles, uma mulher de 52 anos.
A mulher (que não quer ser identificada) afirmou que Lelê, além de estar sem máscara, xingava clientes e funcionários do mercado. E, ao questioná-la sobre o não uso da máscara, a mulher relatou que Lelê foi para cima dela, tentando retirar o seu item de proteção.
“Falei que ela tinha que usar a máscara, e ela veio para cima de mim com tudo. Como eu tenho problemas de saúde, na hora que ela veio com a mão para arrancar minha máscara, o meu marido achou que ela estava me agredindo. Realmente ela ia arrancar e me agredir, porque estava em fúria. Meu marido foi me defender”, disse a mulher.
A cliente ainda negou a versão de Lelê, que afirma ter sido agredida pelo homem que estava no local. “Não teve soco não, ele foi para separar. Ela foi para arrancar minha máscara e me derrubar no vidro. Meu marido me defendeu, se não ela ia me bater, e eu já tenho vários problemas de saúde”.
As três versões
De acordo com Lelê Nakao, ela não utilizou a máscara porque possui problemas respiratórios. No açougue do estabelecimento, ela discutiu com a cliente e, pelas costas, o marido da cliente a teria agredido com dois socos.
A cliente, mulher do homem envolvido na briga, afirma que Lelê “foi para cima dela” quando questionada sobre a máscara e tentou arrancar o item de proteção de seu rosto. Segundo esta versão, o homem não teria agredido Lelê, apenas saiu em sua defesa.
Já o Varejão alega que, pelas imagens de segurança e relato de funcionários, Lelê entrou no local e se recusou a usar a máscara, mesmo sendo oferecida gratuitamente. Ela ofendeu clientes e funcionários e tentou arrancar a máscara da cliente com quem discutiu. Apesar disso, o estabelecimento confirmou que houve a agressão física.
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