Em reunião realizada na última sexta-feira, 18, em São Paulo, foram tratadas alternativas para a recuperação, restauração, revitalização e uso do antigo câmpus da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Franca, no Centro da cidade.
Estavam presentes a empresária Luiza Helena Trajano, o diretor executivo da Holding Magazine Luiza, Carlos Renato Donzelli, o reitor da Unesp, Pasqual Barretti, e o diretor da Unesp de Franca, Murilo Gaspardo.
Em audiência com o governador João Doria e a secretária de Desenvolvimento Econômico do Estado, foram tratadas alternativas para a recuperação, restauração, revitalização e uso do antigo câmpus da Unesp de Franca.
De acordo com Murilo Gaspardo, diretor da Unesp de Franca, o futuro do prédio ainda será definido. “Há várias possibilidades dentro da ideia geral de um ‘Centro de educação, cultural e economia solidária e criativa’, mas tudo dependerá das discussões com outros parceiros de Franca e com o Governo do Estado”, explica Murilo.
O diretor também explicou a presença da empresária Luiza Trajano na reunião, que ele explica estar colaborando muito na ação. “Ela tem sido fundamental na interlocução com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, e isso foi o que viabilizou a audiência com o Governador. Além disso, tem colaborado com importantes sugestões para a formulação do projeto e caminhos para concretizá-lo”, disse Murilo.
Ainda não há previsão de quando serão tomadas ações para mudanças no prédio, mas uma reunião técnica está sendo planejada para dar andamento nas propostas do projeto. Ainda não há uma data marcada para a reunião, mas Murilo prevê que seja realizada na semana seguinte ao Carnaval.
O prédio já deixou de ser um câmpus da Unesp há anos, tendo sido espaço para o PAT (Posto de Atendimento ao Trabalho), Centro Integrado Regional de Governo e outros serviços.
Com uma estrutura enorme, que ocupa um quarteirão inteiro, a população imagina quais serviços poderiam ser utilizados na estrutura. “Poderiam criar oficinas em que ensinassem culinária, panificação, marcenaria e elétrica. Um local em que poderia vir a ser uma escola, talvez um espaço para cursos”, disse Marco Aurelio Tonim, de 49 anos, que passava em frente do local.
Por outro lado, o vendedor Danilo Moraes, de 38 anos, acredita que o prédio poderia ter outra utilidade: “Acho que um hospital ou uma escola seria bem legal, é um lugar bem grande”.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.