COVID-19

Alexandre não prevê melhora na pandemia, mas descarta passaporte vacinal

Por Heloísa Taveira | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Dirceu Garcia/GCN
Alexandre Ferreira: 'Não dá para proibir as pessoas de andar de um lugar para o outro'
Alexandre Ferreira: 'Não dá para proibir as pessoas de andar de um lugar para o outro'
Adotado por conta própria em algumas instituições, o passaporte vacinal não será obrigatório em Franca. O prefeito Alexandre Ferreira (MDB) admitiu que a pandemia ainda segue em alta, mas que não vai exigir o comprovante da população: “Tem pessoas que não querem tomar a vacina contra a covid-19, é direito delas”. 
 
O prefeito, que sempre foi contrário à obrigatoriedade, reforçou a posição depois que o promotor de Justiça da Saúde, Alex Facciolo, recomendou a adoção da medida na intenção de conter o avanço de casos, internações e mortes na cidade. 
 
“Não dá para proibir as pessoas de andar de um lugar para o outro porque elas pensam de maneira diferente da minha, mas essas pessoas acabam mantendo um alto nível de transmissão. A vacina protege e deixa os sintomas mais brandos”, disse Alexandre. 
 
O contágio, que voltou a crescer nas primeiras semanas de janeiro, não tem previsão de diminuição. O próprio prefeito, no início do ano, estimou que o pico da covid-19 ainda duraria, pelo menos, 20 ou 30 dias. Um mês depois, ainda não há estimativa de melhora nos dados epidemiológicos. 
 
“Para afirmar que está diminuindo, precisamos analisar mais uns 10 dias. A gente tem uma tendência de diminuição de pessoas sendo atendidas nos pronto-socorros e unidades de saúde, mas é uma tendência, não quer dizer que esteja mesmo abaixando, porque, para isso, precisa abaixar a média móvel de casos, e não temos isso ainda.”

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