A morte da professora Solange Moretti Gomes, 42, que foi encontrada sem vida na última quarta-feira, 2, na casa onde morava no Jardim Dermínio, vem causando comoção entre familiares e ex-alunos. O caso foi registrado como suicídio e morte suspeita. A Polícia Civil aguarda os laudos da perícia e do IML (Instituto Médico Legal).
Ex-alunos movimentaram as redes sociais nessa quinta-feira, 3, e prometem realizar um “twittasso” ao meio-dia desta sexta-feira, 4, com a hashtag “Sol vai ser só mais uma?”. Os alunos pedem que o caso seja investigado.
“Vamos todo mundo nos unir para que a Justiça seja feita o mais rápido possível. Vamos soltar a hashtag ao meio-dia para ter o máximo de visibilidade possível. Casos parecidos com esse acontecem diversas vezes no Brasil e, ainda por cima, são arquivados. Não podemos deixar isso acontecer”, diz uma das postagens.
De acordo com o Boletim de Ocorrência, a professora foi encontrada por um familiar do marido pendurada na grade da garagem. O marido estava no trabalho, quando foi informado da morte da mulher.
O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado, mas Solange já estava sem vida. A Perícia e policiais civis compareceram ao local e registraram a ocorrência.
O corpo apresentava lesões antigas, segundo informações obtidas com exclusividade pelo GCN.
Uma carta de despedida também foi encontrada no local onde o corpo estava.
No velório da professora nessa quinta-feira, 4, familiares da professora chegaram a ter uma discussão com o marido, que estava acompanhado de três homens, que seriam advogados e seguranças. Solange e o marido teriam um relacionamento conturbado.
O caso incialmente foi registrado como suicídio e morte suspeita. A Polícia Civil aguarda os resultados da perícia e do IML (Instituto Médico Legal).
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