A Secretaria de Educação confirmou para a próxima quarta-feira, 9, o retorno obrigatório às escolas da Rede Municipal de Ensino. A expectativa é de que aproximadamente 17 mil alunos retomem as atividades presenciais. Caso os pais optem por não enviar os filhos, a falta será contabilizada e eles correm risco de serem acionados pelo Conselho Tutelar.
A informação foi confirmada pela secretária de Educação, Márcia Gatti, em entrevista ao Show da Manhã, da rádio Difusora. “Agora, a presença é obrigatória. O Conselho Estadual de Educação se manifestou e temos um retorno obrigatório das crianças”, afirmou. “Se o aluno não for, ele vai ficando com falta e, dependendo do tempo que ficar, nós temos que encaminhar ao Conselho Tutelar. Mas, quando retornar, aí, sim, faz as atividades que perdeu”, completou Márcia.
Segundo a secretária, o ensino remoto só será oferecido em casos excepcionais, como os de crianças com comorbidades e que comprovem com atestado ou no caso de alunos que estão sob licença médica.
“Dentro da deliberação do Conselho Estadual de Educação, eles definem que podem continuar no ensino remoto os alunos com comorbidade e com atestado médico, além dos alunos que estão impedidos de frequentar por questão de saúde, como estar acamado. Existe amparo legal para esses casos.”
A respeito da retomada das atividades 100% presenciais, Márcia explica que todos os protocolos serão devidamente cumpridos. Inclusive, em caso de possível surto de covid-19 em alguma sala de aula, toda a classe será isolada e os alunos ficarão em casa durante uma semana.
“Se um aluno testar positivo na sala de aula, os contactantes têm que ficar isolados. É um protocolo do Ministério da Saúde. Então, durante sete dias eles ficarão em isolamento e, se não tiverem sintomas, retornam. Isso serve para não impactarmos o sistema de saúde. Se tiver um surto na unidade escolar, o sistema não resiste”, finalizou Márcia.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.