EQUÍVOCO

Prefeitura de Patrocínio desobriga uso de máscara, e depois corrige o erro

Por Higor Goulart | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
 Informação equivocada no site da Prefeitura de Patrocínio Paulista sobre o uso de máscaras, posteriormente corrigida
Informação equivocada no site da Prefeitura de Patrocínio Paulista sobre o uso de máscaras, posteriormente corrigida

Desde o início da pandemia no Brasil, um objeto se tornou parte do cotidiano das pessoas: a máscara. Visando diminuir a propagação da covid-19, é difícil sair de casa sem a proteção. Mas em Patrocínio Paulista, a 24 quilômetros de Franca, essa não foi a orientação oficial nos últimos dias.

No site oficial da Prefeitura de Patrocínio Paulista, na aba Coronavírus, item Dúvidas Frequentes, durante dias constou a informação de que não existia recomendação para o uso de máscaras. “No momento, não há recomendação para uso de máscaras para a população em geral. Quem estiver saudável não precisa se preocupar”.

Ao contrário do que constava no site da Prefeitura de Patrocínio Paulista, o uso de máscara é obrigatório em todo o Estado de São Paulo desde o dia 4 maio de 2020. “As máscaras devem ser usadas por todos para circulação em espaços coletivos e a obrigatoriedade é válida para todos os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços”, definiu o governo estadual.

O não cumprimento da regra pode ser penalizado com multa, caso a pessoa seja flagrada sem a proteção em algum local público. Os valores, embasados no Código Sanitário, são de R$ 552,72 para pessoas físicas e de R$ 5.294,38 para estabelecimentos, multiplicado pela quantidade de pessoas sem a proteção.

Após constatar a informação equivocada, a reportagem do GCN entrou em contato com a Prefeitura de Patrocínio Paulista, que logo em seguida alterou a recomendação e assumiu que se tratava de um erro.

“No momento, é obrigatório o uso de máscaras para a população em geral. Lembrando que todos devem sempre fazer a higienização das mãos com água e sabão ou álcool gel, e evitar contato com mucosas de nariz, boca e olhos”, corrigiu a administração municipal.

Ainda nesse campo, a prefeitura recomenda a uma pessoa com sintromas procurar o serviço de saúde mais próximo, como um Pronto Atendimento, para análise inicial. "Se o quadro for compatível com a definição de caso, esse serviço de saúde deverá seguir o fluxo estabelecido pela Secretaria de Estado da Saúde".

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