TEXTO ATUALIZADO

Rapaz acusa vizinho de 'espiar' crianças e acaba agredido a raquetadas

Por Melissa Toledo e Marcos Silva | especial para o GCN
| Tempo de leitura: 2 min
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Os envolvidos na confusão foram levados à Central de Polícia Judiciária: agressor foi ouvido e liberado
Os envolvidos na confusão foram levados à Central de Polícia Judiciária: agressor foi ouvido e liberado

Texto atualizado às 14h55

Uma confusão envolvendo um grupo de moradores de um condomínio de prédios no bairro Residencial Amazonas no fim da noite desta sexta-feira, 3, terminou em confusão, gritaria e agressão física. A “arma” usada? Uma raquete de tênis.

Vizinhos de um professor o acusam de ter o hábito de ficar observando mulheres e crianças pelas janelas dos apartamentos térreos de um condomínio na rua Rio Solimões, próximo ao Franca Shopping. A prática teria se tornado rotineira e, desde o dia 8 de novembro, se intensificado.

Na manhã desta sexta, o professor teria sido flagrado espiando uma criança pela janela de um quarto, o que causou revolta na vizinhança.

Um dos vizinhos inconformados, um farmacêutico, decidiu confrontar o “curioso” já na noite desta sexta e acabou levando a pior. “Armado” com uma raquete de beach tennis, durante a discussão, o professor teria partido para a agressão física, lesionando o farmacêutico.

“Fomos conversar com ele para saber o motivo de ele estar olhando as janelas dos apartamentos e fui agredido com uma raquete de tênis. Tem várias denúncias de que ele anda observando principalmente crianças trocando de roupas”, disse o farmacêutico, completando que não chegou a haver nem um início de conversa. “Ele já jogou a moto e partiu para cima de mim com raquete e desferiu vários golpes.”

A confusão foi parar na CPJ (Central de Polícia Judiciária), onde os envolvidos foram ouvidos e, em seguida, liberados.

Ainda no CPJ, a reportagem tentou contato com o suspeito e a mãe dele. Eles disseram que preferiam não dar declarações e que conversariam apenas com as autoridades policiais do plantão.

Durante o sábado, um homem, que se identificou como advogado do acusado, enviou mensagem ao portal GCN reclamando da matéria. Em áudio, disse que os fatos não aconteceram como o narrado e que seu cliente não agiu da forma relatada. Foram feitas seis tentativas de contato com o advogado para que ele apresentasse a versão de seu cliente - todas, sem sucesso. O GCN mantém todas as informações publicadas.

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